segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Venezuela adverte que não irá suprir petróleo que Irão deixe de vender

28 de Fevereiro de 2012, 02:47
"A Venezuela não tem intenção de suprir nenhum tipo de falta de abastecimento do Irão", indicou o ministro venezuelano do Petróleo e Mineração, Rafael Ramírez, cujo país é membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), tal como o Irão.
O mesmo responsável acrescentou que a Venezuela "não está de acordo com nenhuma atividade de bloqueio e de sanções contra nenhum país e muito menos contra um país irmão membro da OPEP".

@ Agência Lusa

Disponível em: http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/venezuela-adverte-que-nao-ira-suprir-petroleo-que-irao-deixe-de-vender_13894177.html
Acessado em: 28/02/2012

Gilka Oliveira/Equipe Venezuela.

Um pouco do futebol mexicano.



Por Mário Alves (Equipe do México)


Assim como no Brasil, o futebol também é o esporte mais popular do México.  Desde 1900 a modalidade tem sido jogada profissionalmente. O Pachuca, primeiro clube mexicano, até hoje existe e continua conquistando títulos. As divisões e estilos nos campeonatos são praticamente idênticos ao do Brasil.

A seleção mexicana de futebol atualmente é apenas a 21ª colocada no ranking da FIFA. Mesmo numa fase ruim, ela ainda tem grande prestígio no mundo da bola. Participou de 14 das 19 copas do mundo realizadas. Suas melhores participações foram nos mundiais de 1970 e 1986, quando ficou apenas na 6ª colocação.

          Depois de sagrar-se campeão em junho de 2011 da copa Ouro, o México é tido como grande favorito a uma das vagas para a copa de 2014 no Brasil. A seleção aposta em jovens talentosos que atuam com jogadores mais maduros e experientes. A torcida mexicana aponta que essa equipe atual é a melhor de todos os tempos, já que tem no elenco astros mundiais como: Rafa Marquez, Giovani dos Santos, Javier Hernández, André Guardado e outros que brilham nos gramados europeus. 

Representação venezuelana em Parlamento Amazônico

Caracas, 22 fev (Prensa Latina)

A composição da junta diretora do capítulo venezuelano do parlamento Amazônico ficou oficializada hoje depois da publicação de seus integrantes na Gazeta Oficial.

  Um aviso oficial da Assembléia Nacional sobre este tema, assinado por seu presidente, Diosdado Cabello, foi incluído no mais recente número da Gazeta, que começou a circular hoje nesta capital.

De acordo com esse relatório, a representação da Assembléia Nacional de Venezuela no Parlamento Amazônico, de conformidade com o acordo adotado na sessão ordinária de 11 de outubro de 2011, está encabeçada pelo deputado Héctor Agüero, em qualidade de vice-presidente do foro parlamentar regional.

Junto com Agüero, foram designados representantes principais os deputados Lesbia Castillo, Elogio Tamaronis, Diógenes Andrade e Morel Rodríguez, enquanto Ricaurte Leonett, César Sanguinetti, Esteban Argelio Pérez, Carlos Michelangeli e Norma Guarulla, ficaram como suplentes.

O parlamento amazônico foi criado por iniciativa peruana em 1989 para proteger a Amazônia, um dos sistemas ecológicos mais importantes do planeta, e está integrado por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.(*)

Segundo seus estatutos, a cada país membro deve eleger a um vice-presidente, e em consenso designar a um presidente, servidor público da mais alta hierarquia para um período de dois anos.

Atualmente, o Parlamento Amazônico está dirigido pelo venezuelano Jesús Graterol, eleito presidente em 2010.


(*) grifo nosso

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A história da TV argentina



Venezuela: As áreas de produção do petróleo que enchem o presidente Hugo Chávez de orgulho e poder político.

Chávez garante que será reeleito e ameaça bancos

23 de fevereiro de 2012 • 21h40 • atualizado às 22h38

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta quinta-feira que seguirá governando após as eleições de outubro, apesar do retorno do câncer, e voltou a ameaçar os bancos de estatização durante uma reunião do gabinete. Na véspera de viajar a Cuba para retirar um tumor, Chávez garantiu que mesmo com a doença a oposição não conseguirá vencê-lo nas presidenciais de 7 de outubro, quando será reeleito para um terceiro mandato sobre o candidato opositor Henrique Capriles.
"Não voltarão (a governar), com ou sem câncer. Com doença ou não, não voltarão ao poder. Podem ter a certeza de que venceremos por nocaute no dia 7 de outubro", disse o presidente, que será operado no início da próxima semana em Havana. Chávez voltou a ameaçar os bancos venezuelanos de estatização: "se vocês (ministros) observarem algum banqueiro, algum banco, nos olhando como se fôssemos babacas, me falem porque estatizo na hora, não penso duas vezes".
Segundo o presidente, os bancos privados estão "obrigados" a conceder créditos ao setor agrícola, especialmente aos pequenos produtores. Chávez aprovou hoje a criação de "uma carteira agrícola obrigatória" de créditos dos bancos privados e estatais para financiar o setor, como parte do plano do governo para impulsionar a produção de alimentos e reduzir as importações.
Os bancos "têm a obrigação de cumprir com a carteira agrícola", disse o presidente em rede nacional de rádio e televisão. Segundo o vice-presidente venezuelano, Elías Jaua, também ministro da Agricultura, o governo planeja obter em maio até 10 bilhões de bolívares (cerca de 2,3 bilhões dólares) para produzir seis milhões de toneladas de alimentos.

Acessado em : 26/02/2012

Equipe: Venezuela, por Gilka Oliveira.

Para maioria dos argentinos, Messi deve ganhar Copa do Mundo para ser ídolo

Buenos Aires, 26 fev (EFE)

 A maioria dos argentinos acredita que Lionel Messi, estrela do Barcelona, deve ganhar uma Copa do Mundo para se consagrar "ídolo" em seu país natal, segundo uma enquete publicada neste domingo pela imprensa local.

A pesquisa, realizada por uma empresa de consultoria, constatou que sete de cada dez argentinos acreditam na necessidade do título Mundial. Ainda de acordo com a enquete, 81,4% consideram Messi o melhor jogador do mundo.

Quando muito se fala sobre a aceitação do craque em sua terra natal, os argentinos foram questionados sobre "quão argentino" seria Messi em sua maneira de jogar e ser.

O resultado foi de 37% para os que sentem Messi "muito argentino" e 35,2% como "bastante argentino".

No entanto, 13,9% acredita no jogador como "pouco argentino" e 6,5% como "nada argentino".

Mesmo assim, 83,2 % dos consultados considerou que o jogador é mais reconhecido na Europa, somente 1,4% disse que o reconhecimento é maior na Argentina, e para 14,8% o jogador é reconhecido igualmente nos dois lugares.

Dos argentinos que avaliaram que Messi é reconhecido mais na Europa, acredita que o motivo é porque o atacante não joga bem na seleção argentina.

A enquete, publicada neste domingo pelo jornal portenho "Página/12", foi realizada por telefone com cerca de mil torcedores de futebol de todo o território argentino.

Argentina conclui o plantio de soja e milho

BUENOS AIRES, 24 Fev (Reuters)

(Reportagem de Maximilian Heath)

Os produtores argentinos concluíram o plantio das safras de soja e milho, que sofreram com a seca mais cedo nesta temporada, informou o governo nesta sexta-feira em seu relatório semanal.

A Argentina é um dos principais exportadores de milho, soja, óleo de soja e farelo. O governo prevê a produção de soja entre 43,5 milhões e 45 milhões de toneladas e a de milho entre 20,5 milhões e 22 milhões de toneladas.

Os produtores semearam 18,84 milhões de hectares com soja nesta temporada. A soja plantada mais tarde está em melhores condições do que aquela cultivada mais cedo, porque recebeu maior volume de chuvas desde meados de janeiro.

Inicialmente, a estimativa do governo era de uma produção de 53 milhões de toneladas.

O plantio de milho também foi concluído na semana passada com um total de 4,98 milhões de hectares.

A seca afetou mais severamente o milho do que a soja devido ao período crucial de seu estágio de desenvolvimento. A estimativa inicial era de 30 milhões de toneladas nesta temporada.
 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Heroína: vacina desenvolvida no México pode reduzir o vício


Por: Equipe do México
Uma vacina desenvolvida   no México pode ser a primeira a chegar ao mercado para combater uma droga pesada. O vício da heroína, um dos maiores flagelos sociais, pode ter um fim se a substância, já patenteada nos EUA, tiver efeito nos testes em humanos.
Um grupo de investigadores do Instituto Nacional de Psiquiatria do México estão a desenvolver uma substância que, nos testes com ratos, tornaram o corpo resistente aos efeitos da heroína. Depois de terem patenteado a substância nos EUA, os cientistas pretendem avançar para os testes em humanos, acreditando ser possível criar uma vacina contra a droga.
"Seria uma vacina para pessoas que são dependentes graves, que não tiveram sucesso com outros tratamentos e decidem usar esta aplicação médica para ficar longe das drogas", explicou Maria Elena Medina, a diretora do instituto, manifestando a confiança de que a substância fará reduzir o prazer no consumo, seja ao fumar ou por injeção da droga.
Esta confiança é alicerçada nos resultados dos testes em ratos, pois os que receberam a substância reduziram o consumo de heroína. Os investigadores do instituto querem agora replicar esse efeito em humanos. “O que a vacina tenta fazer é imunizar a pessoa para que a droga não faça efeito e, assim, a pessoa deixa de a utilizar”, complementou a diretora.
A ter sucesso, esta vacina seria a primeira a chegar ao mercado com a finalidade de combater a toxicodependência. A experiência que, até ao momento, estava mais perto de ser bem sucedido trata de uma substância para combater o vício da cocaína, que tem obtido progressos significativos, segundo as últimas apresentações nos EUA.
Este país é, a par do México, o principal financiador da investigação em curso para a vacina contra a heroína. O facto não surpreende porque é no México que se concentram alguns dos principais cartéis de tráfico mundial de drogas, sendo os EUA um dos principais ‘mercados’.
Segundo o secretário de Estado da Saúde mexicano, José Córdova, no país existirão mais de 450 mil viciados em drogas duras. O tráfico ilegal já terá movimentado biliões de dólares e a violência associada ao mesmo já terá provocado mais de 47 mil mortos.
AUTOR: JOÃO MIGUEL RIBEIRO

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Um pouco do futebol mexicano.


Por :  Mário  Alves (Equipe do México)
Assim como no Brasil, o futebol também é o esporte mais popular do México.  Desde 1900 a modalidade tem sido jogada profissionalmente. O Pachuca, primeiro clube mexicano, até hoje existe e continua conquistando títulos. As divisões e estilos nos campeonatos são praticamente idênticos ao do Brasil.
A seleção mexicana de futebol atualmente é apenas a 21ª colocada no ranking da FIFA. Mesmo numa fase ruim, ela ainda tem grande prestígio no mundo da bola. Participou de 14 das 19 copas do mundo realizadas. Suas melhores participações foram nos mundiais de 1970 e 1986, quando ficou apenas na 6ª colocação.
            Depois de sagrar-se campeão em junho de 2011 da copa Ouro, o México é tido como grande favorito a uma das vagas para a copa de 2014 no Brasil. A seleção aposta em jovens talentosos que atuam com jogadores mais maduros e experientes. A torcida mexicana aponta que essa equipe atual é a melhor de todos os tempos, já que tem no elenco astros mundiais como: Rafa Marquez, Giovani dos Santos, Javier Hernández, André Guardado e outros que brilham nos gramados europeus. 

Festa em homenagem a criador de "Chaves" reúne milhares no México


Por: equipe do México
Milhares de pessoas se reuniram no centro da Cidade do México no domingo para homenagear Roberto Gómez Bolaños, o ator e criador de personagens como Chaves, Chapolin, Dona Florinda, Chiquinha e muitos outros.


Os fãs foram fantasiados e participaram de coreografias imitando as danças dos personagens criados por Bolaños e fecharam várias ruas do centro da capital mexicana.



Vários outros eventos para homenagear os mais de 40 anos de carreira artística de Bolaños - que completa 83 anos em 21 de fevereiro - já foram programados, incluindo um no Auditório Nacional, na Cidade do México, no final de fevereiro.



Em março, uma outra homenagem será transmitida pelo canal Televisa, do México, para vários países. Na homenagem de domingo, os organizadores esperavam cerca de 10 mil participantes, mas, segundo eles, 22 mil pessoas participaram da festa.

Sucesso no Brasil
No Brasil, país da América do Sul onde Bolaños é mais popular, os fãs realizaram recentemente uma homenagem, com 500 pessoas vestidas de personagens de "Chaves" dançando o hit "Que Bonita a Sua Roupa".

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Venezuela: Candidato único da oposição quer despolitizar disputa com Chávez, dizem analistas

Atualizado em  13 de fevereiro, 2012 - 06:25 (Brasília) 08:25 GMT
Henrique Capirles Radonski (Foto: AP)                                                                                             Radonski diz que quer despolarizar e desideologizar Venezuela

A ampla vitória do político de centro-direita Henrique Capriles Radonski nas eleições primárias da oposição venezuelana, no domingo, abre dois cenários de disputa na Venezuela meses antes do pleito presidencial de 7 de outubro.
De acordo com analistas ouvidos pela BBC Brasil, a partir de agora, de um lado haverá mais politização e radicalização por parte do presidente venezuelano Hugo Chávez, que busca sua segunda reeleição presidencial, e de outro uma retórica de conciliação, tática que já vem sendo utilizada por Capriles Radonski.
A participação de eleitores superou as expectativas da aliança opositora: quase 3 milhões de venezuelanos votaram na consulta que era aberta aos 18 milhões de eleitores de todo o país.
Com o aval da base anti-chavista, Capriles Radonski tende a aprofundar sua estratégia de "des-polarizar" e "des-ideologizar" a disputa eleitoral para poder confrontar Chávez, que apesar de seus treze anos à frente do governo, mantém índices de popularidade que flutuam entre 55% e 58%.
Essa tendência "unificadora" ficou marcada no primeiro discurso do candidato da coalizão opositora após sua vitória no domingo, no qual prometeu governar para todos os venezuelanos, incluindo os "vermelhos", cor do chavismo.
"Não há espaço para preconceitos e ódio nesse projeto (...) nossa experiência diz que se pode governar para todos", discursou diante de centenas de simpatizantes no fim da noite do domingo, em um bairro da classe média-alta caraquenha.
"Os venezuelanos estão cansados de divisão e confrontação", afirmou.


Chavistas 'lights'


Capriles, que diz ser seguidor do "modelo Lula", utilizou o slogan de campanha do ex-presidente brasileiro para marcar seu discurso. "Quando um povo quer caminhar, a força da esperança sempre derrota o medo ", afirmou.
Capriles Radonski. | Foto: AP
Candidatos evitam falar em neoliberalismo para conquistar chavistas insatisfeitos

Analistas consultados pela BBC Brasil coincidem que este é o melhor momento da oposição antichavista em 13 anos do governo Chávez. "Capriles não é o favorito, mas mas é o melhor momento em que a oposição começa uma disputa (contra Chávez)", afirmou à BBC Brasil o analista político Luis Vicente León, presidente da consultoria Datanalisis.
Com o voto opositor hipoteticamente garantido, na avaliação de analistas, o desafio de Capriles Radonski será o de conquistar aos "chavistas light" com um discurso de que ele pode manter as políticas sociais do atual governo, porém, com uma gerência eficaz.
"Haverá uma estratégia na qual o ataque à Chávez não será o centro da campanha. Capriles vai atacar os problemas, a ineficiência do governo. A confrontação do tipo Chávez fora já não vai ocorrer", afirmou o analista Luis Vicente León.
"A oposição terá de imitar o Chávez para poder superá-lo", afirmou o analista político Nicmer Evans, que vê semelhanças na tática utilizada por Capriles e pela oposição no Brasil em 2006, durante a disputa pela reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando a figura do presidente era poupada por seus adversários. "Assim como no Brasil, a oposição não atacará diretamente Chávez. Se fizer isso, fracassa", acrescentou.
O analista político Oscar Schemel da consultoria Hinterlaces considera ineficaz, no entanto, insistir na tentativa de "copiar" Chávez para poder vencê-lo. "Para ganhar de um competidor, é preciso se diferenciar dele. Os imitadores nunca conseguem superar o original, ao contrário, acabam reforçando seus valores", afirmou Schemel à BBC Brasil. "Capriles terá de superar a proposta de Chávez, sem contradizê-la", acrescentou.
O programa apresentado pela coalizão opositora, no entanto, confronta as bases estruturais do governo chavista. Entre outros aspectos, a proposta prevê incrementar a participação privada na exploração petrolífera do país, redução da participação do Estado em projetos de desenvolvimento, devolução de terras desapropriadas para a reforma agrária aos antigos proprietários, e a eliminação do fundo de reservas Fonden que sustenta os planos sociais do governo, elementos que na visão de alguns analistas abrem caminho para a restruturação do modelo neoliberal no país.
Após o anúncio dos resultados, os outros quatro candidatos da oposição que saíram derrotados - Pablo Perez, Maria Corina Machado, Diego Arria e Pablo Medina - manifestaram apoio à candidatura de Capriles Radonski e devem acompanhar sua equipe de campanha nos próximos meses.


Radicalização e classe média


Hugo Chávez (Foto: AP)
Presidente Hugo Chávez diz que vencerá eleição independentemente de candidato opositor


A expectativa é que neste ano ocorra uma reedição do ano 2004, quando a oposição coletou assinaturas para revogar o mandato do presidente Hugo Chávez. A ameaça ao governo mobilizou milhares de simpatizantes chavistas, marcando o auge da polarização no país. Na ocasião, Chávez saiu vitorioso com mais de 60% dos votos.
Para Schemel, Capriles não vai ter de enfrentar somente um presidente popular e sim a uma espécie de "líder religioso".
"A fortaleza de Chávez e seu discurso moral, marcado por uma visão justiceira que prega igualdade é muito forte para os setores populares, difícil de superar", afirmou Schemel à BBC Brasil.
Para o presidente venezuelano Hugo Chávez, cuja popularidade foi impulsionada depois do tratamento contra câncer, o principal desafio será reconquistar os chavistas desiludidos com o governo e melhorar a capacidade de gestão do Executivo.
Para se reaproximar do eleitor, Chávez tende a radicalizar sua proposta de governo. Por um lado, com a ampliação de programas sociais de transferência de renda e ao mesmo tempo ampliar a polarização sobre a disputa entre os modelos capitalista e socialista e na caracterização de seu adversário como representante dos interesses dos Estados Unidos, principal inimigo da chamada revolução bolivariana.
"Preparem-se, o candidato que sair (eleito) será o candidato da contra-independência, nem sequer do capitalismo", afirmou no sábado. "O tema será se somos livres ou se somos colônia", acrescentou.
Por outro lado, Chávez tentará atrair a classe média, centro da disputa eleitoral, com créditos hipotecários, ampliação de incentivos à microempresários e inclusão deste setor da sociedade em seus discursos. "No discurso Chávez tende a polarizar, mas na estratégia deverá estabelecer pontes a outros setores, entre eles a classe média e os jovens eleitores", afirmou o analista político Nicmer Evans.
No domingo, Chávez disse que vencerá as eleições de outubro e que continuará "lutando" para construir a Venezuela "socialista".


FONTE: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120213_venezuela_radonski_cj_pu.shtml
Acessado em : 20.02.2012.


Equipe Venezuela/ Gilka Oliveira.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A História do Futebol Boliviano

 

Amigos começo hoje a contar história de um futebol que é pouco reconhecido mundialmente e onde as notícias que possúímos foi conseguida no mundo virtual.Minha fonte são dois livros sobre o futebol boliviano que possuo a alguns anos, fora meus arquivos pessoais, nada foi retirado da internet e tradução minha.

Começo com um pequeno resumo histórico e a lista completa e correta dos campeões e vices bolivianos em todos os tempos inédito na internet.

O campeonato boliviano foi dividido em várias fases e inicialmente a Asociácion de Fútbol de La Paz era a única atuante,essa associação que existe até hoje foi até 1976 a principal dentro do futebol do país, essas etapas foram assim divididas:

1-EPOCA AMADORA entre 1914 a 1949

2-ÉPOCA PROFISSIONAL entre 1950 a 1959(onde participaram equipes de Oruro e Cochabamba,além de La Paz)

3-EPOCA ASOCIACIONISTA entre 1960 a 1976 (continuação da época profissional, porém somente com clubes de La Paz.No interior começam a se jogar os campeonatos de cada associação (Cochabamba,Oruro,Santa Cruz,Potosí,Sucre e Beni) que são classificatórios para o certame nacional).Torneio esse chamado de Copa Simón Bolívar.

4 ÉPOCA LIGUERA entre 1977 até os dias de hoje, a Asociacion de Futbol de La Paz continuou a realizar seus torneios com PRIMERA A,PRIMERA B e divisões inferiores.Após a criação da Liga Profissional Boliviana em 1977 a AFLP passou a um segundo plano.Seus torneios são realizados até hoje e na prática assim como os demais torneios departamentais são um classificatório a 1°divisão, com os vencedores e vices de cada departamento regional se classificando para uma etapa única chamada de Copa Simón Bolívar onde o campeão consegue acesso a divisão maior do futebol boliviano.

Fontes:
Historia Contemporanea del Futbol Boliviano e arquivos pessoais


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Convocan al Premio Plurinacional “Eduardo Abaroa 2012”







El Ministerio de Culturas, con el propósito de contribuir al desarrollo de las artes en Bolivia, convoca públicamente a los diferentes profesionales en el arte, a participar de la Convocatoria del Premio Plurinacional “Eduardo Abaroa 2012” en las modalidades Trayectoria y Concurso Nacional Anual.

TRAYECTORIA

En su primera versión 2012 está destinado a distinguir a artistas y profesionales cuyo trabajo haya contribuido en el desarrollo de las artes y está abierto en veintitrés categorías que abarcan desde las áreas de investigación histórica, artes plásticas, artes originarias, audiovisuales, artes escénicas, música y deporte.

En ese sentido, podrán postularse a la mencionada distinción personas naturales y/o jurídicas, públicas o privadas, Naciones y Pueblos Originarios, en las áreas de: Investigación, Artes Plásticas, Artes Originarias, Artes Audiovisuales, Artes Escénicas y Música, en diferentes especialidades. Así también, se invita a los deportistas para el Premio Plurinacional a la Representación deportiva.

Los y las participantes al Premio Plurinacional en la categoría trayectoria deberán remitir la siguiente documentación: Reseña artística-cultural, formulario de postulación (Descargar de la web), demostración de la producción artística que según el área puede consistir en fotografías, videos en formato CD o DVD; en el caso de artes. En cambio, los investigadores deberán remitir sus trabajos en CD en formato PDF. Toda esta documentación deberá estar en un sobre cerrado (ver convocatoria).

CONCURSO NACIONAL ANUAL

Es convocado en la gestión 2012 para ser premiado en la gestión 2013, cuyo objetivo es que en veintitrés categorías y menciones especiales en cada una, se promoverá la producción a nivel nacional ya que el mismo consta de dos etapas una departamental y una gran final nacional.

Junto con las gobernaciones y departamentos se hará la selección departamental, que llevará a los ganadores de cada región a la gran final el 23 de marzo del 2013, donde se premiará los tres primeros lugares y menciones especiales en todas las categorías.
ANTECEDENTES

Esta convocatoria fue elaborada en el marco del Decreto Supremo Nº 0859 (29 de abril de 2011), que en el parágrafo Disposiciones transitorias del Reglamento del Fondo de Fomento a la Educación Cívico Patriótica, menciona que “la primera edición de los Premios Eduardo Abaroa, será de reconocimiento a la trayectoria en las áreas de investigación histórica, artes plásticas, artes originarias, audiovisuales, artes escénicas, música y deporte”.

PREMIOS

Todas las postulaciones enviadas al Ministerio de Culturas, serán evaluadas por el Jurado Calificador que estará conformado por reconocidas personalidades del área artística y cultural.

El o la persona, nación y/o pueblo originario que obtenga la máxima calificación se beneficiará con la suma de 30.000 (Treinta mil 00/100 bolivianos), por categoría. Además de una medalla y un diploma.

En el caso del premio nacional anual en total suma un millón y medio de bolivianos en premios.

Finalmente, se informa al público interesado que tanto la convocatoria como el formulario se encuentran en el sitio web del ministerio de Culturas: www.minculturas.gob.bo


Fonte: http://www.bolivia.com/noticias/autonoticias/DetalleNoticia46741.asp

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Índios reacendem conflito por rodovia na Amazônia boliviana


A chegada a La Paz de uma segunda marcha indígena em pouco mais de três meses reavivou, nesta segunda-feira, o conflito causado por um projeto rodoviário na Amazônia boliviana, suspenso após um protesto semelhante em 2011, e revelou divisões numa das principais bases de apoio ao governo do presidente Evo Morales.
A nova marcha tem objetivos opostos à da primeira, que levou Morales a suspender a construção de uma rodovia de 306 quilômetros e 420 milhões de dólares, financiada pelo Brasil, que atravessaria o Território Indígena e Parque Nacional Isiboro Sécure (Tipnis).
"Viemos exigir que se anule essa lei que declara o Tipnis intocável, porque ela nos prejudica e não foi consultada com as bases", disse Gumercindo Pradel, líder da marcha que entrou em La Paz com quase mil pessoas, após percorrer cerca de 600 quilômetros em 45 dias.
Mas o líder indígena da primeira marcha, Adolfo Chávez, disse à rádio estatal Pátria Nueva que a lei de proteção do Tipnis "não será revisada de maneira alguma", e anunciou que iniciará imediatamente uma campanha de defesa da lei junto às comunidades indígenas do parque.
Líderes parlamentares prometeram tentar mediar um acordo entre os grupos indígenas divergentes.
Pradel questionou a liderança de Chávez, que na semana passada estabeleceu um surpreendente acordo político com o político direitista Rubén Costas, governador da região de Santa Cruz (leste).
No ano passado, ativistas contrários ao projeto rodoviário na Amazônia boliviana - incluindo indígenas, ONGs, e políticos de oposição - se mobilizaram contra o suposto risco ambiental que a rodovia representaria para o Tipnis, que tem 1,2 milhão de hectares.
Seguindo o discurso do governo, Pradel disse que o dano ecológico da rodovia será "mínimo e insignificante em comparação aos benefícios".
Desde a promulgação da lei de defesa do Tipnis, a obra rodoviária avança apenas nos seus trechos fora do parque, mas está paralisada na sua parte central, de 177 quilômetros, que deveria passar dentro da reserva.
A construção da rodovia foi encomendada à empreiteira brasileira OAS, e é parte de um ambicioso projeto de infraestrutura que Morales prometeu para o seu segundo mandato, do qual ele já cumpriu dois dos cinco anos. 
CARLOS QUIROGA

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Irã e Venezuela juram amizade eterna e desafiam imperialismo

Chávez e Ahmadinejad mostraram bom humor e entrosamento no encontro em Caracas. Foto: AP Chávez e Ahmadinejad mostraram bom humor e entrosamento no encontro em Caracas
Foto: AP




Os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, juraram nesta segunda-feira amizade eterna, e reafirmaram sua aliança para "frear a loucura imperialista", durante a viagem do líder do país asiático pela América Latina, que também incluirá Nicarágua, Cuba e Equador. Recebido com honras militares, Ahmadinejad foi efusivamente abraçado por Chávez, que o chamou de "verdadeiro irmão". O líder iraniano afirmou que apesar dos "arrogantes", seguirá ao lado de seu colega venezuelano "para sempre". Chávez, por sua vez, exaltou o papel que os dois países têm na luta contra o imperialismo.
A proximidade de Caracas com Teerã irrita os Estados Unidos e seus aliados, que buscam isolar a República Islâmica por causa da sua recusa em abrir mão de atividades nucleares estratégicas. O Irã anunciou nesta segunda-feira que começou a enriquecer urânio num espaço subterrâneo, contrariando a pressão internacional, e no mesmo dia o governo local anunciou a condenação à morte de um americano-iraniano acusado de espionar para a Agência Central de Inteligência (CIA), numa notícia que deve causar ainda mais tensões entre Washington e Teerã.
"Essa é uma de nossas tarefas. Não queríamos que fosse assim, mas precisamos frear, frear, frear a loucura imperialista, que está maior do que nunca", afirmou o presidente da Venezuela em sua mensagem de boas vindas. A quinta visita de Ahmadinejad ao país sul-americano desde que Chávez assumiu o poder, em 2005, começou num momento em que a comunidade internacional pressiona o Irã em função de seu programa nuclear.
Os EUA pediram há alguns dias que os países que irão receber o presidente iraniano não aprofundem seus laços com o país. "Este não é o momento de aumentar os laços, tanto de segurança como econômicos, com o Irã", advertiu na sexta-feira passada a porta-voz do Departamento de Estado de EUA, Victoria Nalud.
 IIrônico, Hugo Chávez disse que "segundo os lacaios do imperialismo", Ahmadinejad está na Venezuela para lançar mísseis em Washington. "Nos acusam de belicistas. Mas não somos. O Irã não invadiu ninguém, a revolução islâmica não invadiu ninguém, e nem a revolução bolivariana invadiu ninguém", afirmou. "Seguiremos trabalhando juntos com a ajuda de Deus e o apoio de nossos povos e da maior parte dos povos do mundo, porque o mundo não quer mais guerra, não quer mais invasões e nem imperialismo", acrescentou Chávez.
O governante iraniano, por sua vez, chamou o presidente da Venezuela de "irmão" e de "símbolo da revolução da América Latina". "Hoje, o povo venezuelano e o povo iraniano, juntos, estão num caminho de luta contra toda a avareza dos arrogantes do imperialismo. O sistema hegemônico e dominante está em sua decadência. Eles estão muito mais agressivos e pisotearam todos os valores humanos", disse Ahmadinejad.
O líder afirmou ainda que a América Latina está desperta para lutar por seus direitos, e que a região "carrega a ferida e a cicatriz de tudo o que sofreu ao longo da história e dos séculos". Segundo o presidente do Irã, graças às relações entre os dois países, foram construídas cerca de 14 mil casas na Venezuela, e mais sete mil serão erguidas. Além disso, destacou a instalação de 26 fábricas no setor agrário.
Enquanto isso, a comunidade internacional segue preocupada com o anúncio de que as instalações nucleares subterrâneas de Fordo, no Irã, iniciaram a fabricação de urânio enriquecido a 20%. O Irã afirma que necessita do elemento a esse nível de pureza para fabricar combustível para um reator científico que produz isótopos usados no combate ao câncer. A Comissão Europeia anunciou nesta segunda-feira que está estudando fontes alternativas de abastecimento de petróleo caso o embargo às importações iranianas for confirmado.
Conhecido por suas declarações irônicas, o anfitrião disse que tem razão quem o acusa de ter bombas e canhões apontados para os EUA. "É para rirmos, mas para estarmos alertas também, nós certamente vamos trabalhar muito para umas bombas, para uns mísseis, para continuar fazendo uma guerra. A nossa guerra é contra a miséria, a pobreza ... essa é a nossa guerra", disse Chávez, dirigindo um olhar de camaradagem ao colega iraniano.
O presidente iraniano continuou a piada, afirmando que suas bombas estão cheias de amor pelos povos e pela liberdade. "Nós amamos todos os povos, inclusive o povo norte-americano, que sofre sob o domínio dos arrogantes", disse.



FONTE:

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5550508-EI8140,00-Ira+e+Venezuela+juram+amizade+eterna+e+desafiam+imperialismo.html. Acessado em 11/01/2012.


Equipe Venezuela/ Gilka Oliveira.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Día del Perú en Nueva York

Asistieron a " Peru Day", 200 participantes, entre los que figuraban representantes de 70 bancos e instituições financeiras de Estados Unidos, Canadá. Japón, Europa y perú

Al término de una semana que nos trajo excelentes noticias sobre la marcha de la economía, el incremento de la producción y las exportaciones, así como la positiva generación de empleo, los colores de nuestra bandera y el logo Marca Perú fueron el centro de la atención de los inversionistas de la bolsa de valores más grande del mundo en Wall Street, Nueva York.

Tal como aconteció hace un año, la bolsa estadounidense celebró el "Perú Day" con la presencia del ministro de Economía  y Finanzas, Luis Miguel Castilla, quien dio el tradicional campanazo para iniciar la jornada bursátil.
De esta forma, la entidad organizadora del evento, Peruvian Business Council, propició el encuentro, en una serie de conferencias, de importantes funcionarios del Gobierno peruano y empresarios nacionales con los representantes de consorcios inversionistas de diferentes países desarrollados, los que ratificaron su interés por invertir en el Perú.
La presencia del Perú en Wall Street no es una mera formalidad en el mundo de los negocios internacionales, sino el resultado de un crecimiento económico y productivo sostenido, en el transcurso de los últimos años, en el marco de un manejo macroeconómico disciplinado y estable, con solidez financiera y seguridad jurídica para las inversiones extranjeras y nacionales.

Para tener una idea de la trascendencia de "Perú Day" en la bolsa neoyorquina, hay que señalar que en el certamen se registraron alrededor de 200 participantes, entre los que figuran representantes de 70 bancos e instituciones financieras de Estados Unidos, Canadá, Japón, Europa y Perú, así como los líderes de las corporaciones internacionales.
Otro de los factores que han posicionado al Perú como destino preferido para las inversiones y los negocios, lo constituye el grado de inversión otorgado a nuestra economía por las tres más prestigiosas agencias calificadoras de riesgo crediticio internacional. Recuérdese también que durante la cumbre del Foro de Cooperación Económica Asia Pacífico (APEC), celebrada en Honolulu en noviembre del año pasado, con la participación de 21 países, el Perú fue reconocido entre las tres economías emergentes de esa alianza comercial.


Equipe Peru

sábado, 31 de dezembro de 2011

Bolivia genera al año 1,7 millones de t de basura y recicla sólo el 2,8%


Apenas 29 de 337 municipios tienen unidades para manejar los residuos

Pañales desechables, botellas de plástico, cáscaras de frutas o verduras, papeles, bolsas y otros son parte de las más de 1,7 millones de toneladas de residuos sólidos que los bolivianos producimos cada año. De esa cifra apenas se reciclan 49.640 toneladas anuales (2,8%).   
El dato se desprende del primer Diagnóstico sobre Residuos Sólidos en Bolivia, elaborado por la Dirección General de Gestión Integral de Residuos Sólidos (DGGIRS) —dependiente del Ministerio de Medio Ambiente y Agua (MMAyA)—, que fue creada en 2009.   
“Este documento es muy importante porque nos muestra datos actuales sobre la generación de basura y la realidad del manejo de los residuos en Bolivia”, dijo el jefe de la DGGIRS, Rubén Méndez.
El diagnóstico fue elaborado por un equipo de consultores que visitó casi todos los municipios de Bolivia entre 2010 y 2011, y recabó información sobre la generación de basura y su disposición final.
Así, por ejemplo, se constató que el departamento de Santa Cruz es el mayor generador de basura en Bolivia, seguido de La Paz (ver apoyo).Pér cápita. Según el diagnóstico, en Bolivia 10,4 millones de personas  producen 4.782 toneladas de residuos sólidos por día. Es decir que la producción de basura per cápita promedio es de 4,5 kilos diarios.
Del total nacional diario, 87% (4.160 toneladas) se genera en el área urbana y el restante 13% (622 toneladas) en el área rural.
Sin embargo, cuando se hace un análisis según el índice demográfico,    la producción de desechos sólidos pér cápita varía, pues en capitales donde hay una población mayor a los 500 mil habitantes, la generación por persona  llega a 5,3 kilos por día.
En contraste, en las poblaciones donde hay menos de 2.000 habitantes, la producción de basura por habitante apenas es de 2,0 kilos diarios.  
 Del total de residuos sólidos que se generan anualmente en Bolivia (1,7 millones de toneladas), 55,2% son residuos orgánicos, 22,1% son desechos reciclables (papel, plástico, vidrios, metales) y el restante 22,7%  es basura no reciclable.
“Este dato es importante porque más de la mitad de lo que se genera en residuos podría destinarse al compostaje, que es un proceso biológico mediante el cual los microorganismos actúan sobre la materia biodegradable para obtener abono para el agro”, explicó Méndez.  
Sin embargo, los datos sobre cómo y cuántos municipios manejan adecuadamente la basura, hacen pensar que el aprovechamiento de los residuos orgánicos aún está  lejos.   
El diagnóstico señala que de los 337 municipios, apenas 29 cuentan con entidades municipales de aseo y/o unidades técnicas específicas que se encargan de los residuos sólidos, sólo nueve tienen reglamentos de aseo urbano y únicamente seis  cuentan con un programa de manejo de desechos. “Hasta el momento la mayoría de los municipios han manejado la basura como pueden, a veces por falta de recursos y sin ninguna responsabilidad”, lamentó el responsable del DGGIRS.
De los 337 municipios que existen en el país —otros dos fueron creados por ley, pero aún no tienen plena vigencia—, 298 (90,8%) disponen sus residuos a cielo abierto, sin control  ni manejo adecuado.
“Generalmente, en estos sitios hay todo tipo de animales y vectores, y se convierten en focos de infección. Sus aguas y los mismos residuos suelen ser los más contaminantes del medio ambiente”, señaló Méndez.
Otros 20 municipios (6,1%) tienen botaderos donde se realizan controles de basura y manejo con ingeniería y maquinaria pesada, y sólo diez municipios en Bolivia (3,1%) cuentan con rellenos sanitarios, que son infraestructuras que utilizan técnicas de ingeniería para disponer en forma segura los residuos sólidos.
Del total de desperdicios que se generan en todo el país, aproximadamente 45% es dispuesto en rellenos sanitarios, 18% se dispone en botaderos controlados y 37% en botaderos a cielo abierto. “A nivel poblacional, se estima que del total de población sólo el 34% es atendido con la tecnología de relleno sanitario”, señala el estudio del MMAyA.
El diagnóstico sobre manejo de residuos sólidos fue aprobado por el comité técnico del MMAyA, que analizó el documento y ahora está en etapa de impresión. Se prevé que este mes se difundirán los resultados.
“A partir de este punto vamos a aprobar las políticas para implementar un mejor manejo de los residuos sólidos. Por lo pronto hemos elaborado un proyecto de ley que esperamos que sea aprobado en los siguientes meses”, señaló Méndez, quien luego precisó que los lineamientos girarán en torno al concepto de manejo integral, que se inicia en la generación  y concluye en su disposición final.
Tres municipios tratan los lixiviados
De los nueve municipios que cuentan con rellenos sanitarios, sólo tres (La Paz, Santa Cruz y El Alto) han implementado tecnologías de tratamiento biológico y/o físico-químico para los lixiviados, que son los líquidos que resultan del proceso de descomposición de los desechos.
En Bolivia, sólo los municipios de La Paz, Santa Cruz, Oruro, Tarija, El Alto, Sacaba, Villa Abecia y Tarabuco cuentan con rellenos sanitarios.
http://www.la-razon.com/ciudades/Bolivia-genera-millones-basura-recicla_0_1532846764.html

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Las creencias y tradiciones siguen vigentes en torno al Niño Jesús


El pensamiento mágico de los paceños da vida a las artesanías de yeso del Niño. La tradición oral se apropió del mito y fortalece lo local en oposición a Papá Noel

El Niño tiene que ser regalado y se le debe “hacer nacer” por primera vez  “dándole padres y tres Reyes Magos” para que traigan bendiciones al hogar. Además, poner más de un Niño en el mismo pesebre puede provocar “celos”, de acuerdo con las creencias.

El imaginario de La Paz ha construido, alrededor de las estatuas de yeso del Niño Jesús para los nacimientos, toda una red de creencias fantásticas que a través de los años perviven y se asientan con fuerza resistiendo a la irrupción de la tradición de Papá Noel.

“Nunca hay que comprarse un Niño y mejor aún si te regala un familiar. Si se recibe de otra persona y se lo ‘hace nacer’ cada año con su ropita nueva, sus papás y animalitos, entonces trae bendiciones; si uno se compra ya no brinda (favores)”, afirma Paulina Chambi, vendedora de la feria navideña desde hace 45 años, actualmente feriante del Parque de los Monos.

Respecto a esta tradición, las opiniones varían, Rosario Loza (artesana que manufactura y exporta abarcas para Ekekos y niños desde hace 40 años) dice que las parejas jóvenes deben comprarse para que el Niño les traiga hijos. Mientras una compradora, Carmen Estrella, afirma que si un matrimonio se lo compra, entonces le trae más hijos de los que tenía previsto.

Marisol C., una joven de aproximadamente 25 años, que busca un juego completo (sin Niño por supuesto) y recorre la feria, sintetiza la creencia: “No hay que comprarlo, te tienen que regalar para que te vaya bien”.
Desde compradores de corta edad hasta abuelas comerciantes, no hay una persona en la feria que no tenga conocimiento de estas creencias, lo que muestra que la tradición del Niño goza de buena salud pese la “invasión” de los arbolitos navideños y Papá Noel.

La tradición oral urbana de la ciudad menciona, además, la creencia de que cuando se pone más de un Niño en un solo pesebre, éstos se ponen celosos y se pelean. “Cuando la vela comienza a ‘chisporrotear’ significa que una de las estatuillas está celosa de la otra y quiere pegarle”, cuenta Paulina.

Esta creencia es rebatida por Rosario Loza, quien cada año hace nacer 14 niños de todas las clases y afirma que no pelean, sino que juegan por las noches, aunque “a veces “se les va la mano y se rompen o desportillan”.

Testimonio. A Rosario le ocurrieron dos experiencias inexplicables. Una sucedió hace un par de años, cuando un bullicio de niños jugando la despertó antes de la salida del sol. Se levantó y fue hacia la ventana para ver qué muchachos hacían tanto ruido a una hora tan inapropiada. Sin embargo, la calle estaba desierta. Luego pasó por su sala, donde estaba su nacimiento de 14 niños y descubrió con sorpresa que todo estaba en desorden,  las imágenes estaban movidas y en otras posiciones a las iniciales.

Otro relato menciona a una joven pareja, conocida de Carmen, que se compró un Niño, el primer año de su matrimonio. Durante cuatro años vivieron dificultades económicas y conflictos de pareja. Posteriormente, una Navidad, la madre del esposo llegó de un largo viaje y vio su nacimiento.

Inmediatamente les preguntó preocupada quién les había regalado el Niño. Al saber que lo habían adquirido solos les reprendió y les regaló uno que nació esa Navidad. Desde entonces no tuvieron problemas. Como se puede ver, la llegada de Papá Noel no es una amenaza para el Niño Jesús que ha forjado el enraizado imaginario popular paceño.

Nacimiento de antaño y creencias
Prohibición

En la Navidad de antaño, alrededor de los años 60 hacía atrás, los nacimientos no eran armados con animalitos, sino con juguetes en miniatura para el Niño Jesús. Gonzalo Aguilar (55) cuenta que su madre, Blanca Dávalos, les prohibía tajantemente que usen los juguetes del pesebre del Niño en sus juegos, pues éstos estaban exclusivamente reservados para que él “se distraiga” y que no le gustaba que “toquen sus cosas”.

http://www.la-razon.com/sociedad/creencias-tradiciones-vigentes-Nino-Jesus_0_1527447260.html

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

No Uruguai, Chávez volta a pleitear entrada da Venezuela no Mercosul

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, voltou a insistir nesta terça-feira, em Montevidéu, na entrada de seu país no Mercosul como membro pleno do bloco, algo que já está em negociação desde 2006 e que depende da aprovação do Parlamento paraguaio.
O tema é um dos assuntos centrais da Cúpula de Presidentes do Mercosul, que ocorre nesta terça na capital uruguaia.
Já de manhã, antes mesmo da abertura oficial da cúpula, Chávez disse aos jornalistas que "unir o Rio da Prata ao Orinoco é o que queremos".
"Já somos quase 30 milhões de habitantes (na Venezuela), e é aos países pequenos que mais vai beneficiar a entrada da Venezuela como membro pleno do Mercosul. Nosso norte é o sul", disse o venezuelano.
O Mercosul tem como Estados plenos Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai.
Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru são membros associados. O Peru também estuda a entrada plena ao bloco.
A adesão venezuelana ao Mercosul foi autorizada há cinco anos, mas permanece emperrada no Legislativo paraguaio.
O presidente do Uruguai, José Mujica, pede que a entrada de Caracas seja acelerada por uma "revisão dos critérios" do bloco. Mas a declaração foi vista por críticos como um atropelamento do tratado original do Mercosul, que prevê a adesão de novos membros somente após decisão unânime dos Executivos e Legislativos dos membros atuais.

Defesa comercial

Durante a reunião, que acontece na tarde desta terça, serão discutidos mecanismos de defesa comercial a serem adotados dentro do bloco para enfrentar a crise financeira internacional - como adiantou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na segunda-feira.
O bloco deve negociar a ampliação da lista de produtos importados que podem ser sobretaxados, além de discutir divergências sobre práticas consideradas protecionistas por alguns membros.
Os países menores - Uruguai e Paraguai – frequentemente reclamam de supostas barreiras comerciais a seus produtos nos mercados maiores, Brasil e Argentina.
Os Estados-parte também assinarão um acordo de livre comércio com a Palestina. O instrumento segue os mesmos moldes de acordos semelhantes assinados entre o Mercosul e Israel, e entre o bloco sul-americano e o Egito, no ano passado.
O acordo, para abertura de mercados para bens, também inclui capítulos sobre medidas sanitárias e fitossanitárias (destinadas ao controle de pragas agrícolas), cooperação técnica e tecnológica, e solução de controvérsias.
A presidente Dilma Rousseff chegou à capital uruguaia às 12h40, acompanhada dos ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Marco Aurélio Garcia (assessor especial para assuntos internacionais).
Mantega e o chanceler Antonio Patriota já estão na capital uruguaia desde segunda-feira.
Participam do encontro de mandatários também Cristina Kircher, da Argentina; Fernando Lugo, do Paraguai; e Rafael Correa, do Equador.


Venezuela suspende importação de armas para reduzir crime


O governo venezuelano suspenderá a importação e venda de armas e munições para particulares, anunciou na terça-feira o ministro do Interior e Justiça, Tareck El Aissami, como parte de um conjunto de medidas para frear os altos níveis de criminalidade no país.

A medida deve entrar em vigor dentro de três meses, quando termina um plano de regularização de porte de armas, e será aplicada por um ano. Nesse período também será suspensa a emissão de novas licenças de porte de arma de fogo.

Foram excluídos da medida os órgãos de segurança e as empresas privadas de vigilância e transporte de valores.

(*grifo nosso)

FONTE: http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE7BK01A20111221

Equipe Venezuela/ Gilka Oliveira.


No começo do ano o governo revelou que a taxa de assassinatos na Venezuela era de 48 para cada 100 mil habitantes, acima da média latino-americana, embora inferior aos números apontados por organizações não-governamentais, que chegam a duplicar essa cifra.
A violência afetou o índice de popularidade do presidente Hugo Chávez e é uma das principais preocupações dos venezuelanos.
Um estudo do grupo de direitos humanos mexicano Segurança, Justiça e Paz indicou que a taxa de homicídios em Caracas é de 118 para cada 100 mil habitantes, o que torna a capital venezuelana a quarta cidade mais perigosa do mundo*, atrás da mexicana Ciudad Juárez, a afegã Kandahar e a hondurenha San Pedro Sula.