segunda-feira, 26 de março de 2012

Pesquisadores debatem segurança alimentar na Argentina


Por: Karine Nascimento

Com informações da Agencia Brasil

A alimentação adequada é direito fundamental do ser humano e, segundo a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan), cabe ao poder público assegurá-lo. Para garantir a segurança alimentar e nutricional representantes do Brasil, da América Latina e do Caribe se reúnem de hoje (26) até sexta-feira (30) na 32ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Buenos Aires, na Argentina.

Com o tema segurança alimentar e nutricional, os impactos das mudanças climáticas na produção de alimentos no mundo. O evento pretende aprovar propostas para 2012 e 2013. Na conferência, também serão analisados os relatórios elaborados pelas comissões técnicas regionais sobre florestas e pecuária. De acordo com a FAO, nas conferências regionais ocorrem as avaliações e correções das medidas que devem ser executadas.

 Em dezembro de 2011, o índice de reajuste preços internacionais dos alimentos atingiu a maior média da década de 2000-2010, 63%. Segundo especialistas, há indicações de a tendência de elevação dos preços ser mantida nos próximos anos em decorrência de vários fatores, inclusive as mudanças climáticas.

 A expectativa é que, durante a conferência, a FAO apoie iniciativas de fortalecimento institucional relacionadas à segurança alimentar por intermédio de órgãos de integração política e econômica na América Latina e no Caribe. Há, ainda, a intenção de fortalecer as parcerias de cooperação para troca de experiências a fim de superar as dificuldades da região.

Militares de Bolivia y Brasil planifican ejercicios conjuntos antidrogas

ACUERDO

Militares de Bolivia y Brasil comenzaron hoy una reunión en Santa Cruz para planificar ejercicios aéreos conjuntos en el marco de la lucha antidrogas acordada por ambos países en octubre pasado. 

Se trata de la Reunión Inicial de Planificación de la operación Bolbra II, que se prolongará hasta el viernes, detalló la embajada de Brasil en La Paz en un comunicado.
 Bolbra II, prevista para junio próximo, incluirá prácticas de "planificación, coordinación, comando y control de operaciones aéreas binacionales; ejercicios de misiones típicas de la aviación de caza y la ejecución del protocolo de intercambio de informaciones sobre tránsitos ilícitos", señala la nota.
 La embajada destacó que la operación "representa un nuevo paradigma para la coordinación entre los dos países" en el control del espacio aéreo y las fronteras, que fortalecerá "los esfuerzos conjuntos de lucha contra el narcotráfico y las relaciones profesionales" entre ambas Fuerzas Aéreas.
 Estas operaciones militares conjuntas fueron acordadas durante una visita a La Paz del ministro brasileño de Defensa, Celso Amorim, en octubre de 2011.
 Tres meses después, Bolivia, Brasil y Estados Unidos firmaron un acuerdo para verificar la destrucción de plantaciones ilegales de hoja de coca, base para fabricar cocaína, con la ONU como observador.
 Bolivia es el tercer productor mundial de coca y cocaína, tras Perú y Colombia, y el principal distribuidor de esas drogas para los países del Cono Sur, según la ONU. 

EFE  

Bolivia y Brasil inician planificación de control aéreo antidroga

La embajada de Brasil en Bolivia informó este lunes que militares de ambos países iniciaron reuniones de planificación con miras a la realización de ejercicios aéreos conjuntos para el control antidroga en la frontera.  


Maratona de Lima, uma oportunidade para conhecer o Peru


Em 1865, no curso de suas viagens de exploração pelo Peru, o naturalista italiano Antonio Raimondi passou ao pé das ruínas sem sabê-lo e menciona o quão escassamente povoada era a região na época. Depois disso Machu Picchu começou a aparecer nos mapas do mundo inteiro. E, atualmente, é um dos lugares mais procurados do mundo pelos turistas. Portanto, visitar o local é uma boa dica para quem irá correr a Maratona de Lima, que acontecerá no dia 20 de maio, com largada prevista para as 7h. Além da prova de 42km, no mesmo dia, também serão disputadas corridas nas distâncias de 21km (às 8h) e 10km (8h30). O ponto de largada de todas as provas será na Entrada Puerta Principal del Pentagonio. Algumas empresas de turismo já oferecem o pacote para participar da corrida e ao mesmo tempo conhecer diversos lugares no Peru. Quem se interessou pode pesquisar nos sites

Do imperialismo hídrico ao jogo de ganha-ganha



Deu no Globo - Coluna Eco Verde:

Como se já não bastassem os problemas que o governo brasileiro vem enfrentando para construir usinas como Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, todas na Amazônia, agora ele recebe críticas também por projetos hidrelétricos em outros países da América do Sul. Ambientalistas e entidades de defesa dos índios acusam o Brasil de praticar uma espécie de imperialismo hídrico e de exportar problemas ambientais.

Estudos feitos pela Eletrobrás indicam que o potencial hidrelétrico da região gira em torno de 55 mil MW, o que equivale a 50% de toda a nossa matriz energética. Mas os trabalhos realizados até agora se concentram em 16 mil MW. Alguns são sigilosos, mas já é possível prever a construção de pelo menos dez hidrelétricas em cinco países da região. Somadas, teriam uma potência instalada da ordem de 12 mil MW, mais do que toda a capacidade de Belo Monte. Entre os parceiros, o Peru, a Argentina, a Bolívia, a Guiana e até a Nicarágua.
Mas as maiores resistências vêm mesmo do Peru, que tem 14% de todo o potencial hídrico da América Latina.
Representantes das tradicionais tribos indígenas do país já procuraram a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Justiça peruana pedindo que o acordo assinado com o Brasil, em 2010, não seja levado adiante. Argumentam que não foram ouvidos e garantem que as obras vão provocar a remoção de tribos e a destruição de fauna e flora. Estaríamos exportando passivos.

O tratado prevê a construção de cinco usinas na Amazônia peruana, com cerca de sete mil MW de potência. As obras seriam feitas por empreiteiras brasileiras. Já o financiamento, para variar, viria do BNDES. A energia gerada seria dividida irmãmente entre os dois países. Ganhos de escala, de eficiência e a redução de perdas, parecem óbvios. Mas os impactos também. Agora, só falta combinar com os russos, ou melhor, com os índios.

Enviado por Victor Costa -
08.03.2012

URUGUAI - Pacheco foi o vencedor Wanderers


Wanderers definir o alarme no quinto dia do torneio e uma grande exibição no suplemento, passou esmagadoramente em Cerro, que parecia ter esticado em seu jogo anterior obtendo uma vitória.
No entanto, o boêmio time, que vivia em agonia, a sua posição perto da área de queima da descida, tinha o frescor ea liberdade necessária para tirar o azar. Foi sua primeira vitória no Clausura Torneo.
O primeiro período foi mesmo. Com transições rápidas da defesa para o ataque. A aposta dois em uma ação suave. Procurada objetivo, mas não encontrou caminhos claros para obtê-lo.
Na segunda metade houve uma mudança em favor de local prevalecente em todos os aspectos do jogo.

E houve chuva, mas as metas. Talento temporária de Pacheco como boêmios com poder de casa-de bom futebol, o pensamento e as medidas de assistência.Os "Tony" espaços construídos por ele e seus companheiros.Teve equilíbrio e força na última linha de contenção no meio-campo e finalização boa parte das peças nos metros finais. A sua figura emblemática, Antonio Pacheco trouxe seu grande brilho, destaques cerebrais e técnico no 45 ', quando chegou a noite no Parque Viera e as nuvens escuras ameaçaram chover.

Ele foi o arquiteto das mais difíceis. A abertura. Em um ataque que deixou os cerrenses gravemente ferido, fez um passe forte de Sergio Blanco e cirurgião "Chapita", definida com grande qualidade.
Colina tentou modificar o ambiente adverso através da variação individual, mas sem sucesso.Lucho, empurrou sem ideias e sem precisão.
Wanderers não colocar o freio e continuou o cerco. Sergio e Juan Ramon Curbelo Martin tornou-se mais e mais proprietários mediacancha, deu conforto para a retaguarda e apoio aos organizadores do delito.
Os partidários de Albinegros encantado, exigindo mais gols e ficou em segundo lugar a 55 ', novamente por Sergio Blanco. O atacante apareceu delineado por certo, muito bem localizado e marcou o segundo tiro diagonal.
Pacheco seguiu com manual e claramente vincular ao 69 'com um remate soberbo para o canto, tornou-se o terço daqueles dirigido por Alfredo Arias.
Wanderers reagiu a tempo, triunfou, e agora encara o futuro com maior confiança.

Antonio Pacheco "é o crédito de tudo, se você ganhar jogando bem, o melhor"

Antonio Pacheco teve com o triunfo da alegria e da modéstia que o caracteriza, deu crédito à equipe. "Foi de crédito para todos. Em todas as linhas que buscamos para ser ordenado. Sempre bom marcar um gol e se você ganhar jogando bem melhor. Tem que continuar melhorando."

Hugo Parga "Faltou precisão e as metas que desacomodaron"

Cerro treinador Hugo Parga reconheceu que Hill não jogar como todos esperavam em La Villa."Faltou precisão no ataque jogadas que tivemos. Nós falhamos em aproveitar os bons momentos e depois de metas que nos custam ficou confortável no campo."
Fonte: Ovación

Bolívar empata 1-1 con Oriente y mantiene su invicto en el torneo Clausura


Bolívar logró esta noche un empate 1-1 con Oriente Petrolero en partido jugado en el estadio Tahuichi Aguilera de Santa Cruz y aún es el único invicto en el torneo Clausura de la Liga del Fútbol Profesional Boliviano.


Oriente Petrolero abrió en marcador con un gol de Alcides Peña, quien aprovechó un rebote cedido por el arquero Marcos Argüello, a los 41 minutos del primer tiempo.
El defensor Edemir Rodríguez volvió a anotar para el cuadro celeste para poner el marcador 1-1, que se mantendría hasta el final. Rodríguez empalmó de cabeza un balón enviado por William Ferreira en el minuto 65 del encuentro.
El torneo continuará el sábado, cuando Nacional Potosí reciba a Real Mamore en la Villa Imperial y La Paz Fútbol Club visite a Blooming en Santa Cruz. Un día después San José recibirá en Oruro a Oriente Petrolero, en Las Paz Bolívar enfrentará a Universitario de Sucre y Aurora jugará con Real Potosí en Cochabamba.
http://www.la-razon.com/marcas/futbol/Bolivar-Oriente-mantiene-invicto-Clausura_0_1577242370.html

Uruguai - ¿Narcos porta?


EDITORIAL
WASHINGTON BELTRÁN Storace
A droga está em retrocesso no Rio de Janeiro eo fenômeno se repete e vai aumentar em todas as regiões do Brasil. A proximidade da Copa do Mundo (2014) e, posteriormente, os Jogos Olímpicos (2016) desencadearam uma ofensiva ao nível do governo de honrar seus compromissos internacionais e erradicar os focos de violência vêm de mãos dadas com a impunidade das organizações criminosas. Este, pela lógica da geografia, terá suas conseqüências no Uruguai: uma fronteira seca apenas nos separa, somos um país sem litoral e temos uma polícia que não consegue impor a segurança no nosso pequeno país para fazer atender o aumento do crime comum.Quase um convite ao crime organizado para vir a resolver.
Um par de semanas (e Bonomi ministro reiterou ontem), El Pais relatou o aviso do ministro da Justiça do Brasil, José Eduardo Cardoso, sobre a ameaça de deslocamento do tráfico de drogas em solo uruguaio, um fenômeno sem precedentes na região.Durante anos o epicentro da droga foi localizada em Cali (Colômbia), que transformou-o em uma das mais perigosas do mundo. Na presença dos cartéis da droga foram agravados pelas FARC. Os dois ofensiva do governo de sucesso transformou os membros revolucionárias dos traficantes para abrir caminho para os narco-guerrilheiros, mas as perdas não se alterou e acabou se mudando a sede no exterior.
México, assim, tornou-se um inferno, terror, morte e corrupção levou o exército entrou na batalha e os resultados começaram a cercar os "barões". Mas, enquanto a luta continua em terras astecas, o mundo começou a olhar para o triângulo de sangue que eclodiu na América Central: Guatemala, Honduras e El Salvador. E mais uma vez observa-se com pavor como as sociedades são destruídas, o terror é multiplicado, a corrupção permeia todos os cantos, a impunidade é a regra e vida são o preço de uma bala. "Um dia típico para um meio de Honduras, evitando a morte" (Omar Rivera, diretor do grupo da Sociedade Civil de Tegucigalpa, em um relatório no El Pais citado pelo suplemento Que Pasa). Não é de admirar: o último relatório da ONU na região, definida como o "mundo mortal", onde uma em cada 50 homens morrerão antes de ser assassinado 31 anos. A expansão do crime organizado e delitos conexos, onde o destaque é o comércio de drogas tem aumentado a demanda por bandidos contratados, um serviço amplamente disponível. Bata os homens enxame da região, algo que vimos em Montevidéu com o assassinato não solucionado de Washington esportes empresário Risotto, morto nos primeiros dias de oito balas.
O maior desafio é que a violência ea falta de resposta do governo eficaz, não só ameaçar a segurança pública, pode até afetar a governabilidade democrática de uma nação. Poucos meses atrás, Bonomi ministro referiu-se à existência de "um processo de feudalização no país e especialmente em alguns bairros de Montevidéu e da costa, que é tentar substituir a autoridade constituída e que a polícia tê-los áreas ".
A resposta que eu tentei o chefe, foram os megaoperativos, que por algum tempo bairros considerados saturados áreas vermelhas, com o hype de mídia enorme e maus resultados. Mas, como explicou José Beltrame O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, "como agir em uma área onde a polícia não são (áreas vermelhas), é ir e ficar. Desta forma garantir a segurança dos moradores desses bairros e vontade de ponte para outros serviços estatais para chegar a estas áreas. " Provavelmente estava se referindo às Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), o que permitiu a ocupar a favela da Rocinha enorme, uma política focada na presença constante paralelo para reduzir o poder dos traficantes, e não o confronto. Aqui não é o caso de que não existem recursos para estabelecer postos avançados ou piquetes policiais em pontos problemáticos ea megaoperativos-passado-as-usual.
Como é que o poder de enfrentar o crime organizado se ele vem para o território, que a reestruturação da polícia proposto tornou-se um processo sem fim, que deixou grandes pessoas ao longo do caminho para não coincidir com ele e que muitos têm para tirar marcha decepcionado. E o problema não é falta policiais treinados diretamente o que estão perdendo policiais. Ganhe mais dinheiro e menos risco de que se dedica a trabalhar na construção que escolhe a maneira de defender a segurança pública.
Só podemos esperar para rejeitar o convite.

Fonte: El Pais Digital

Magisterio y otros sectores marcharán el viernes pidiendo incremento salarial de Bs 8.300


La Razón Digital / Angel Guarachi
18:53 / 26 de marzo de 2012

El Secretario General de la Federación de Maestros Urbanos de La Paz, José Luís Álvarez, confirmó esta mañana que el viernes 30 realizarán una marcha de protesta junto a otros sectores sociales para exigir al Gobierno el incremento salarial mínimo de Bs 8.300.

“Estamos convocando los trabajadores de la Caja Nacional de Salud (CNS), los compañeros médicos, compañero estudiantes de la Universidad Mayor de San Andrés (UMSA) y maestros a una gran movilización para el 30 de marzo”, dijo Álvarez en un reporte de radio Fides.

La marcha que partirá a las 15.00, exige también la creación de fuentes de trabajo para los desocupados, respeto a los indígenas del Territorio Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure (TIPNIS) y la expulsión de las transnacionales.

“La unidad de los trabajadores debemos rearticularlo desde las bases contra toda dirección oficialista que pretende postergar nuestras necesidades para servir al Gobierno de turno”, finalizó el dirigente.

Vítimas de ditadura se crucificam para pedir indenização na Bolívia


Três pessoas se crucificaram nesta segunda-feira em La Paz, amarrados a árvores em frente ao Ministério da Justiça da Bolívia, para exigir que o presidente Evo Morales cumpra uma lei de 2004 que obriga o Estado a pagar indenizações às vítimas das ditaduras militares entre 1964 e 1982.

O líder da associação que reúne essas vítimas, Julio Llanos, disse que com essa medida radicalizam o protesto que centenas de pessoas realizam em toda Bolívia há duas semanas contra "a injustiça" de não receber a compensação econômica.
Llanos disse que o nacionalista Morales, que governa a Bolívia desde 2006, não tem "vontade política de fazer o pagamento", e acrescentou que as vítimas das ditaduras manterão uma vigília perante os escritórios da ministra da Justiça, Cecilia Ayllón, até que atendam sua reivindicação.
Segundo ele, a indenização, cujo montante deve ser definido em cada caso, é um ato de justiça para os lutaram há meio século contra o Plano Condor, sistema de repressão militar coordenado pelos ditadores de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

Segundo o Ministério da Justiça, desde 2004 cerca de 1,7 mil pessoas receberam a indenização, promulgada pelo presidente Carlos Mesa (2003-05), mas outras seis mil a reivindicam e alegam que foram excluídas injustamente.

Llanos disse que todo o processo foi um "engano" sobre o qual querem discutir com o governo.

As vitimas da ditadura rearmam sua mobilização


Las víctimas de la dictadura rearman sus movilizaciones

La Razón / Érika Ibargüen / La Paz
26 de marzo de 2012


Las víctimas de la violencia política en épocas dictatoriales anunciaron que radicalizarán sus medidas de presión a partir de hoy, aunque no especificaron cómo. El grupo demanda el cumplimiento de la Ley 2640, que compromete un resarcimiento económico.
La ley fue aprobada excepcionalmente en el gobierno de Carlos Mesa, el año 2004.  Victoria López, secretaria general de la “Plataforma de luchadores sociales, víctimas de la violencia política”, señaló que el Ministerio de Justicia maneja una cifra de 6.200 personas, a quienes se solicitó presentar pruebas de tal situación. De ellas, sólo calificaron 1.200 porque presentaron los documentos, pero las otras 5.000 no pudieron hacerlo.
“Nos piden pasaportes sellados de salida e ingreso a Bolivia, además de salvoconductos. Los compañeros fueron exiliados y por lo tanto salieron de forma clandestina del país”, argumentó López.
“Se está pidiendo ese resarcimiento integral porque hemos sido perseguidos y maltratados en las dictaduras de los gobiernos de facto de Luis García Meza, Hugo Banzer Suárez y René Barrientos”, manifestó.
Estas personas, “que en determinado momento lucharon por la reivindicación y restitución de la democracia en nuestro país”, se han apostado frente al Ministerio de Justicia (El Prado) como medida de protesta. Exigen que se cancele ya el dinero a quienes calificaron y que se revisen los casos de los que no lo consiguieron aún.


Trabalhadoras domésticos exigem respeito pelos direitos de seus trabalhos

Trabajadoras del hogar exigen cumplimiento de sus derechos laborales

En el centro de Lima se realiza feria informativa en el marco de las celebraciones por el día internacional de la trabajadora del hogar que se celebra el 30 de marzo

 
Con un marco musical, charlas informativas, orientación psicológica y legal, hoy en la Alameda Chabuca Granda se realiza la "V Gran Feria de Derechos para trabajadoras del hogar".

El fin de esta actividad busca informar y sensibilizar a la población sobre los deberes y derechos de este colectivo.
Julio Cesár Bazán, presidente de la Central Unitaria de trabajadores del Perú, pidió al gobierno cumplir con ratificar el convenio 189 de la Organización Internacional del Trabajo - OIT, el cual reconoce una serie de derechos para estas trabajadoras.

Probabilidades de um terremoto de grande magnitude em Lima

IGP: Hay probabilidades de un terremoto de gran magnitud en Lima

Hernán Tavera señaló que el último evento de gran intensidad en la capital fue el terremoto de 1746, que habría alcanzado entre 8.5 a 9 grados de magnitud. ¡Sepa qué hacer ante un sismo!

IGP: Hay probabilidades de un terremoto de gran magnitud en LimaCentro del Perú es más propenso a un sismo de gran magnitud. (Foto: IGP)
Lima. Hernando Tavera, director de Sismología del Instituto Geofísico del Perú, advirtió que las probalidades de un fuerte evento sísmico en Lima se incrementan, ya que desde 1746 no se ha vuelto a registrar otro evento de gran magnitud.
“Nos preocupa que hay regiones en el mundo occidental de América del Sur en las que hace más de 100 años no ocurre un sismo importante. En el caso de nuestro país, en el centro donde está Lima no existe un evento importante desde 1746”, explicó.
En diálogo con RPP Noticias, precisó que el proceso geodinámico que se da frente a la costa peruana con la Placa de Nasca es la de mayor velocidad a nivel mundial y eso hace que desde Colombia hasta Chile haya una mayor frecuencia de sismos.
“El terremoto de Pisco tuvo una magnitud de 8.0 y el de 1746 habría alcanzado unos 8.5 cerca a 9 de magnitud es decir solo habría liberado un 40% de energía, por eso es la preocupación”, indicó.
Por ello, Tavera recomendó educar a la población en temas de prevención, ya que las casas de adobe y quincha serían las primeras en colapsar. “El terremoto no va a matar a nadie, lo que mata a las personas son las construcciones”, enfatizó.

http://www.ejornais.com.br/jornal_peru_peru.html

Uruguai é o mais desenvolvido nas TICs


Por AeTecno em 27/09/2011 na edição 661

Reproduzido do America Economia, 20/9/2011, título original: “Uruguay ocupa el 1° lugar de Latinoamérica en desarrollo TIC”




O Uruguai é o país mais avançado da América Latina em termos de tecnologia da informação e da comunicação (TIC), de acordo com um relatório divulgado quinta-feira pela União Internacional das Telecomunicações (UIT), que coloca a Coréia do Sul em primeiro lugar em todo o mundo . No índice desenvolvido pela ONU, ITU agência técnica, incluindo 152 países e em cada caso são avaliados os níveis de acesso às TIC e uso eficiente.
O país, dizem os analistas, as TIC tem feito "um motor de crescimento económico" através de políticas públicas que permitiram que ele se tornasse um "hub" em relação a essas tecnologias. Assim, após a Coreia do Sul, os próximos países mais avançados no domínio das TIC são a Suécia, Islândia, Dinamarca e Finlândia, enquanto os Estados Unidos aparece na posição 17 ea Espanha 25.
Na América Latina, o primeiro país listado é o Uruguai, em 54 º lugar, seguido imediatamente pelo Chile e Argentina. Brasil, Venezuela e Panamá são os próximos três países da região no índice ITU, em locais 64, 65 e 66, respectivamente. Além, classificado 70, é colocado Costa Rica, no México, 75, Colômbia 76, Peru e Equador em 83 em 88.
Mais Informações claro
Em geral, os peritos consideraram os resultados satisfatórios dado que todos os países melhoraram a sua avaliação no que diz respeito ao acima, feito em 2008. Por outro lado, o relatório confirma que os serviços de telecomunicações e de Internet são agora mais acessível. Com base em uma cesta de preços que inclui os preços de telefonia fixa e móvel e de Internet, banda larga fixa, que os preços médios caíram 18% nos últimos três anos.
A maior queda foi registrada no acesso à internet banda larga fixa, em que o corte foi de 52%, segundo dados coletados pela UIT.Apesar disso, é um serviço que ainda é muito caro em países de baixa renda. O exemplo citado no relatório é a África, onde o final de 2010 o custo de uma conexão de banda larga era equivalente a 290% do rendimento médio mensal, que, no entanto, melhora quando se considera que 2008 representou 650%.
ITU também revela que descobriu que a velocidade real que você tem conexões em banda larga fixa e móvel "é muitas vezes muito menos do que aquilo que é anunciado" e instou os reguladores para solicitar aos operadores que oferecem informações mais claras sobre a velocidade, cobertura e preço.


domingo, 25 de março de 2012

Capriles cataloga de "irresponsables" declaraciones del presidente Chávez





















Nelsymar Ulrich
@nelsyulrich

Henrique Capriles Radonski, actual Gobernador del estado Miranda y candidato presidencial por La Unidad, calificó de “irresponsables” los comentarios emitidos por el presidente Hugo Chávez ante un supuesto plan para atentar contra Radonski.

Por medio de su cuenta oficial de Twitter, el representante de la Mesa de la Unidad Democrática indicó: “La declaración del candidato del Psuv raya en lo irresponsable, como es su gobierno con la inseguridad que vive nuestro pueblo!”.

De igual forma, señaló que el Mandatario Nacional no debe solamente ofrecerle seguridad a una persona sino brindar y garantizar la seguridad a todos los venezolanos. “Un presidente no debería ofrecerle protección a un venezolano debería garantizársela a TODOS los venezolanos, que es algo muy distinto”.

“Nuestro pueblo lleva años viviendo inseguridad, violencia, no tener tranquilidad. Mi lucha es tener un país sin violencia y lo lograremos!”, destacó Capriles.


Disponível em: http://www.2001.com.ve/lanacion/noticia.asp?registro=189242&titulo=Capriles-cataloga-de-“irresponsables“-declaraciones-del-presidente-Chávez
Acesso em:26/03/2012.


Equipe Venezuela.



Comercio venezolano se prepara para nuevo control de precios

24 marzo 2012

Carlos Fernández, presidente del Consejo Nacional del Comercio y Servicios. (Foto Jose Felix Lara)
AP
La mayor cámara de comerciantes del país afirmó este sábado que el sector está preparado para la próxima entrada en vigencia de una regulación que amplió y fijó precios máximos de venta en decenas de productos, pese a catalogar de inconstitucional la legislación que endurece el control de precios vigente desde el 2003.
``Ya estamos preparados para arrancar en abril, ya muchas empresas están marcando los precios establecidos para evitar confusiones en la cadena comercial'' , dijo Carlos Fernández, presidente del Consejo Nacional del Comercio y Servicios.
Los nuevos precios comenzarán a regir a partir del 1 de abril. La medida se aplica a todos los productos alimenticios regulados, de higiene personal y limpieza del hogar, entre otros rublos.
Resaltó en un comunicado que ``seguirán las consultas, las exigencias de algunos sectores que se hagan revisiones (de los costos de producción), que haya aclaratorias, algo que es natural cuando se pretende controlar tantas rublos''.
El Consejo solicitó el 7 de marzo ante el Tribunal Supremo de Justicia, la nulidad de la Ley de Costos y Precios Justos, argumentando que esa legislación vulnera principios de defensa de la libertad y la libre empresa y por considerar que cercena la autonomía tanto de consumidores como de los empresarios.
El líder empresarial advirtió que los consumidores ``serán los mayores perjudicados'' puesto que verán ``reducida su posibilidad de escogencia'', por una ley ``que carteliza y que, al final, podría conducir a la escasez de bienes y servicios''.
Acotó que el sector privado tiene el compromiso de mantener el abastecimiento, pero observó que eso dependerá del ánimo del gobierno de ajustar los precios oportunamente.
Las principales cámaras empresariales del país acusan al gobierno del presidente Hugo Chávez de desorientar a los consumidores al sugerir que la inflación podría cerrar el año en 32,2% porque los comerciantes están especulando con los precios.
Chávez ha dicho que la ley es una herramienta para contra la especulación, a la que atribuye el aumento de los precios y costos.
El sector empresarial privado culpa al gobierno por los precios cada vez más altos, particularmente en los productos alimenticios, argumentando que la inseguridad jurídica ha ahuyentado la inversión privada en la agricultura por las expropiaciones realizadas y por el aumento gradual de las importaciones gubernamentales en momentos que los precios internacionales de los alimentos están en alza.
Rubros en los que Venezuela era casi autosuficiente como arroz, maíz blanco y café en la actualidad son importados para atender la demanda de la agroindustria y el abastecer el mercado.
La administración de Chávez fijo controles de precios sobre cientos de productos alimenticios desde el 2003, pero muchos comerciantes ignoran los límites de precios o simplemente dejan de vender productos tales como leche, azúcar o carne vacuna, bajo el argumento de que el gobierno no les deja ningún margen de ganancia.

Disponível em: http://www.el-carabobeno.com/articulo/articulo/31237/comercio-venezolano-se-prepara-para-nuevo-control-de-precios. Acesso em: 25/03/2012.


Postado por Gilka Oliveira, equipe Venezuela                                                                                                                         

Tuberculosis segunda causa de muerte en América

EFE
La tuberculosis sigue siendo la segunda causa de muerte por enfermedad infecciosa en las Américas (después del VIH/sida), pese a los importantes avances logrados en su control, informó la Organización Panamericana de la Salud (OPS).
La organización señala que en las Américas, todavía unas 270.000 personas, de las cuales 44.000 son niños, contraen tuberculosis cada año y cerca de 23.000 mueren por esta enfermedad.
Sin embargo, destaca que estas cifras reflejan "avances importantes" en la reducción de casos en los últimos veinte años, ya que desde 1990 han disminuido un 60 por ciento y las muertes se han reducido dos tercios.
Con motivo del Día Mundial de la Tuberculosis, que se celebra este sábado 24 de marzo, la directora de la OPS, oficina regional de la Organización Mundial de la Salud (OMS), Mirta Roses, se mostró confiada en que si los países continúan e intensifican sus esfuerzos se puede lograr erradicar la enfermedad en el continente en 2050.
"Es mi aspiración que un día no muy lejano, podamos todos ver una América libre de tuberculosis. Esa meta sólo podrá ser cumplida con el compromiso de todos", afirmó en su mensaje anual con motivo del aniversario en que el médico alemán Robert Koch anunció en 1882 que había descubierto el bacilo causante de la tuberculosis.
La tuberculosis es una infección bacteriana causada por un germen llamado Mycobacterium tuberculosis, que se propaga a través del aire y suele atacar los pulmones. Los síntomas incluyen tos de más de dos a tres semanas de duración, pérdida de peso, fiebre, sudores, inapetencia y tos con sangre.
La mayoría de los casos en las Américas se dan en Haití, Surinam, Bolivia, Guyana y Perú (entre 106 y 230 por cada 100.000 personas en 2010), mientras que Brasil tiene el mayor número absoluto de casos (85.000 en 2010). Por su parte, Canadá, Cuba y Estados Unidos tienen tasas más bajas con menos de 10 por cada 100.000 personas.
Roses advirtió que la tuberculosis "puede afectar a cualquier persona, incluyendo a los niños y jóvenes, muy especialmente a los pertenecientes a grupos sociales excluidos y empobrecidos, lo que repercute en el desarrollo de sus capacidades como seres humanos".
Por eso hizo un llamamiento a los Gobiernos, a la sociedad civil, a las comunidades y a los ciudadanos que se involucren para acabar con la enfermedad.
La OPS ha lanzado la campaña mundial "Terminar con la tuberculosis en nuestra generación" para continuar con su estrategia "Alto a la Tuberculosis" centrada en el diagnóstico temprano, la vigilancia de la enfermedad y las combinaciones adecuadas de medicamentos antituberculosos.
Entre los obstáculos de la región para la eliminación de la enfermedad la OPS señala la propagación de la tuberculosis multirresistente, que no responde a los medicamentos de uso común.
Del mismo modo, destaca el aumento del número de enfermos con tuberculosis infectados con el virus VIH (unos 35.000 casos en el 2010) y las debilidades del sistema de atención de salud en muchos países, sobre todo en la atención primaria.
La OPS subraya que la enfermedad es curable, pero puede ser mortal si no se trata.
El tratamiento suele durar seis meses y tiene un costo de unos 100 dólares en muchos países en desarrollo.
Cuando el doctor Robert Koch anunció su hallazgo a finales del siglo XIX, la tuberculosis causaba la muerte de una de cada siete personas en Europa y América. Su descubrimiento, destaca la organización, abrió el camino para diagnosticar y curar la enfermedad.

La OPS ha lanzado la campaña mundial. (Foto EFE)


Disponível em: http://www.ejornais.com.br/jornal_venezuela_el_diario.html. Acesso em: 25/03/2012.


Gilka Oliveira/equipe Venezuela.            

¿Qué le pasa a la izquierda latinoamericana?

ALEJANDRO A. TAGLIAVINI |  EL UNIVERSAL
domingo 25 de marzo de 2012  04:05 PM
 
Anticipando la visita de Benedicto XVI a la mayor de las Antillas, "La Santa Sede considera que el embargo es algo que hace que las personas sufran las consecuencias", dijo el portavoz del Vaticano. 50 años de bloqueo sin dudas ayudaron a mantener la tiranía al dificultar el contacto con el exterior. Es que la violencia, como las leyes forzadas por los gobiernos, destruye y logra el objetivo contrario. Pero, aunque a veces la derecha le proporciona excusas, la izquierda es violenta por vocación: el estatismo supone la utilización del monopolio estatal de la violencia para "organizar" a la sociedad, imponiendo leyes contra el mercado natural. Dejemos el caso argentino, que coincide en el estatismo, pero realmente es neo ("aggiornado") fascismo: corporativo, nacionalista (caso Malvinas) y fuertemente autoritario hasta llegar a funcionarios que extorsionan con revólveres.

A días de la visita del Papa, se reactivaron los arrestos. Por caso, unas veinte mujeres fueron detenidas la tarde del domingo 18 de marzo, mientras marchaban tras oír misa en Santa Rita, horas después de que otras 33 fueran arrestadas cuando iban a la misma iglesia. La líder de las Damas de Blanco y las otras detenidas fueron liberadas, algunas "deportadas" a sus ciudades de origen. Con estos hostigamientos y encierros por horas el gobierno se cubre: el blog oficialista Yohandry publicó el lunes que "No existe ninguna Dama de Blanco detenida en estos momentos".

Chávez demuestra cómo la violencia de arriba se derrama: las leyes laborales, la inflación y los altos impuestos que provocan desocupación y miseria han convertido a este país en uno de los más violentos del mundo. Fueron 19 mil los homicidios registrados durante 2011 en Venezuela, 67 por cada 100.000 habitantes, según el Observatorio Metropolitano de Seguridad. La ironía es que muchos, asustados, piden más represión, que es lo que el gobierno quiere, sin advertir que es contraproducente ya que las cárceles forman peores delincuentes y las armas "defensivas" provocan situaciones más peligrosas.

Entrevistado por la TV española, Rafael Correa dijo algo tan poco creíble como que Human Rights Watch es financiada por el Cártel de Sinaloa, comandado por uno de los narcos más buscados, Joaquín Guzmán Loera, "El Chapo", una de las personas más poderosas del mundo según Forbes. Las autoridades colombianas confirmaron la alianza del cartel con las FARC: claramente terminada la "ilegalidad" del tráfico, coactivamente impuesta desde el gobierno, desaparecería una importante fuente de financiación terrorista. "¿Yo qué culpa tengo de tener un hermano así?", ironizó el presidente ecuatoriano mostrando hasta dónde llega su agresividad, además de agredir permanentemente a la prensa, "Él se cree el líder de la oposición, pero todo el mundo sabe ese desequilibrio que tiene", remató.

En la entrevista, el ecuatoriano analizó la Cumbre de las Américas a realizarse en Colombia, criticó la no invitación de Cuba y propuso "una agenda donde tratemos temas de fondo, como las Malvinas, o las drogas". Y qué tal si hablamos, no de izquierdas o derechas, no de ideologías, sino de pacificar al mundo, de dejar de imponer cuestiones por la fuerza, de dejar de creer que la autoridad debe imponerse con armas, policías y ejércitos, de dejar de creer que las sociedades se organizan con "leyes" coactivamente impuestas por "el líder".

Miembro del Consejo Asesor del Center on Global Prosperity, de Oakland, California
alextagliavini@gmail.com

Disponível em: http://www.ejornais.com.br/jornal_venezuela_el_universal.html. Acesso em: 25/03/2012.


Postado por Gilka Oliveira. Equipe Venezuela                                                                                                                         

 

 

Pérez: Ojala Chávez se encuentre con el Papa y cambie su discurso agresivo

El gobernador del Zulia reiteró que desde el Gobierno debe hablarse con claridad al pueblo sobre el estado de salud del Presidente y que éste -por su bienestar y la gobernabilidad del país- debe dejar a alguien encargado de la primera magistratura nacional, para tratarse.


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TERESA LUENGO |  EL UNIVERSAL
domingo 25 de marzo de 2012  03:52 PM
 
Maracaibo.- "Ojalá y (el Presidente Chávez) se consiga hoy al Papa y él lo aconseje para que deje la agresividad y la violencia, porque cuando una persona está enferma lo primero que debe hacer es pensar en Dios y hacerse un examen de conciencia y pensar -por ejemplo- en las personas que ha dejado sin empleo, en los presos políticos o en aquellos a quienes persigue por haber firmado en su contra o simplemente por pensar diferente", dijo el gobernador del Zulia, Pablo Pérez, al referirse al nuevo viaje del mandatario a Cuba, en esta oportunidad, para recibir tratamiento por radioterapia.

Agregó que "ojalá que se confiese -en un acto de constricción- frente Benedicto XVI, que hoy también llega a Cuba... A lo mejor se toman una foto, pero esto no es asunto de fotos, sino que tiene que entender que la paz debe triunfar sobre la violencia, el amor sobre el odio y la unión sobre la división".

Estas declaraciones las dio el mandatario regional durante el inicio de los trabajos de construcción del desarrollo habitacional "Villa Esperanza" (al oeste de Maracaibo), que beneficiará a 56 familias que resultaron damnificadas durante las lluvias de finales de 2011.

Pérez también reiteró que desde el Gobierno debe hablarse con claridad al pueblo sobre el estado de salud del Presidente y que éste -por su bienestar y la gobernabilidad del país- debe dejar a alguien encargado de la primera magistratura nacional, para tratarse.

"Yo quiero saber quién va a dirigir a Venezuela, quién va a tomar las decisiones porque aquí todo se atrasa cuando el Presidente no está... Alguien tiene que encargarse, o es que entonces aquí se va a gobernar desde la Habana", se preguntó.

Agregó que en la nación no se puede mantener un "desgobierno como el que se tiene ahora... No se han cumplido tres meses del año, pero cuando lleguemos al cuarto habrá estado mes y medio o dos meses fuera y tiene que ser responsable con el pueblo que lo eligió para la presidencia".

Al referirse al tema de la violencia en Venezuela, el jefe del ejecutivo zuliano manifestó con preocupación que "en Venezuela hay más muertos que en una guerra" y señaló que no sólo hay que referirse a casos como el de Karen Berendique (hija del Cónsul de Chile en Maracaibo) o Libero Iaizzo (mánager de la agrupación Caramelos de Cianuro), sino a la gran cantidad de personas que pierden la vida a diario en las calles y sectores populares del país.

"La violencia por todos lados debe ser analizada por los gobernantes y discernir que es lo que está pasando... Nosotros hemos hechos esfuerzos importantes en el Zulia, como la incorporación al DIBISE, despolitizando el tema de la seguridad... Queremos ayudar, queremos colaborar; esa siempre ha sido nuestra intención y aunque política, el odio y la separación nos lleven a situaciones como esta, yo seguiré siendo militante de la paz, la unión y del diálogo", precisó.

 
Disponível em: http://www.ejornais.com.br/jornal_venezuela_el_universal.html. Acesso em: 25/03/2012.


Equipe Venezuela / GilkaOliveira.                                                                                                                           


 

Venezuela: encontro nacional de solidariedade a Cuba

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Caracas, 23 mar (Prensa Latina) O V Encontro Nacional de Solidariedade Mútua Venezuela-Cuba será realizado hoje e amanhã na sede da Universidade dos Trabalhadores da América Latina e contará com a participação de representantes de todos os estados venezuelanos.

  Será "um momento de reflexão, de balanço de nosso trabalho e de projeção para os próximos anos, desse valor que compartilhamos (...) que é a solidariedade entre os povos, em especial entre os povos de Cuba e da Venezuela", disse Kenia Serrano, presidenta do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP).

Serrano chegou na passada quarta-feira à Venezuela para assistir ao evento, sobre o qual disse ter altas expectativas.

O encontro será aberto hoje de manhã nessa casa de estudos localizada em San Antonio de los Altos, no estado Miranda.

A cerimônia de abertura será presidida por Serrano, assim como por Rosalinda Chanagá, coordenadora nacional do movimento de solidariedade; por Rogelio Polanco, embaixador de Cuba na Venezuela; e por Roberto López, coordenador das brigadas de colaboradores cubanos, entre outras personalidades.

De acordo com a programação divulgada, na sessão desta tarde os participantes se dividirão em comissões para examinar os temas previstos na agenda do evento.

Serrano explicou à Prensa Latina que uma dessas comissões abordará o nível de coordenação interna do Movimento de Solidariedade na Venezuela, enquanto outra abordará as ações pela libertação dos cinco antiterroristas cubanos injustamente condenados nos Estados Unidos.

Assim mesmo, em outra comissão falaremos de "nossa luta para a denúncia e a pressão internacional para a suspensão, a eliminação do bloqueio (dos Estados Unidos) contra Cuba", disse.

Também se abordará na comissão "a batalha midiática contra Cuba e como o movimento de solidariedade pode contribuir ao esclarecimento do que realmente acontece na nossa ilha", agregou a presidenta do ICAP.

Durante a jornada de sábado está programada a realização de uma oficina na qual se abordará o fortalecimento dos comitês de solidariedade nos estados, se brindarão relatórios sobre as atividades realizadas e se preparará o plano de trabalho para 2012, assim como sua implementação.

Depois, em horas da tarde, em sessão plenária, os participantes compartilharão suas experiências e se dará a conhecer o texto da declaração final, que será submetido à aprovação, depois da qual, Kenia Serrano divulgará as conclusões do encontro.

mgt/agp/cc

Modificado el ( viernes, 23 de marzo de 2012 )


Disponível em: http://www.prensalatina.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=490511&Itemid=1. Acesso em: 25/03/2012.


Equipe Venezuela / GilkaOliveira.                                                                                                                           

Cesta petroleira venezuelana continua tendência de ascensão

Caracas, 23 mar (Prensa Latina) O preço médio do petróleo venezuelano fechou hoje em 116,85 dólares o barril, um leve aumento de 0,32 dólares com relação à semana passada, quando se localizou em 116,53 dólares.

  Segundo o Ministério de Petróleo e Mineração, a cesta de petróleo da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) localizou-se em 122,95 dólares, com um leve descenso de 1,04 dólar em comparação com a semana passada, quando se cotou em 123,99.

O petróleo do West Texas Intermediate (WTI) reportou um ligeiro aumento de 0,48 em seu preço médio, situando-se em 106,68 dólares.

No entanto, o Brent do Mar do Norte abandonou a tendência de ascensão mostrada há algumas semanas ao experimentar um moderado descenso e localizar-se em 124,60 dólares o barril, 0,61 dólares menos que há sete dias, quando fechou em 125,21.

Em uma jornada volátil, os preços médios semanais registraram um comportamento misto.

Enquanto em Nova Iorque os preços receberam suporte pela drenagem inesperada nos estoques comerciais de petróleo dos Estados Unidos em Londres, a redução da atividade fabril na França e Alemanha exerceu pressão nos preços petroleiros na zona euro, divulgou essa pasta em sua página oficial.

A renda petroleira representa aproximadamente 90 por cento dos rendimentos de divisas da Venezuela, primeiro produtor de petróleo sul-americano, que estimou o preço do barril a 50 dólares para o orçamento de 2012.

msl/dav/es

Modificado el ( sábado, 24 de marzo de 2012 )



Disponível em: http://www.prensalatina.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=490715&Itemid=1. Acesso em: 25/03/2012.


 Gilka Oliveira, equipeVenezuela.                                                                                                                           

Venezuela: A opção golpista da oposição

Caracas (Prensa Latina) Faltando menos de sete meses para as eleições presidenciais do dia 7 de outubro, o palco político venezuelano está marcado pelo impressionante e crescente apoio das grandes maiorias populares ao presidente Hugo Chávez.

  Os resultados de todas as pesquisas realizadas nos últimos seis meses outorgam ao atual mandatário e candidato à reeleição uma cômoda vantagem nessas eleições, que deve crescer ou pelo menos manter-se na medida em que a população menos favorecida, que é a maioria, adquira mais consciência das vantagens de um projeto político concebido para melhorar suas condições de vida.

Em fevereiro passado, as organizaçõoes políticas opositoras elegeram em eleições internas como candidato único para enfrentar Chávez a Henrique Capriles Radonski, um genuíno representante de poderosos grupos econômicos nacionais estreitamente vinculados a multinacionais estrangeiras.

A eleição de Capriles Radonski evidencia que a oligarquia venezuelana decidiu tomar diretamente em suas mãos a direção da campanha eleitoral para voltar ao governo, deixando de lado intermediários tradicionais que compartilharam a condução do Estado durante décadas, como os partidos Ação Democrática e Copei, segundo critério de numerosos analistas.

Ainda que a campanha eleitoral só comece oficialmente em agosto, desde muito cedo a oposição começou a promover seu candidato, mas, sobretudo, a realizar ações dirigidas a criar intranquilidade e temor na população, como parte de uma muito orquestada estratégia de instabilidade na qual os meios de difusão privados desempenham um papel de primeira ordem.

Detrás aparece ocasionalmente de maneira pública a mão de Washington - que não esconde sua aversão pelo governo de Chávez - intermediada por especialistas da subversão como Róger Noriega, entre outros.

Mas frente à certeza de uma quase inevitável reeleição do governante atual, alguns analistas caraquenhos começaram a considerar outros caminhos que a oposição pode seguir.

Afirma-se, por exemplo, que a oligarquia venezuelana, conivente com os Estados Unidos, desenvolve uma estratégia golpista para voltar ao governo.

Esta é a tese exposta em um artigo publicado em 15 de março pelo jornal caraquenho Vea, na coluna Un grano de maíz (Um Grão de Milho), do jornalista Toby Valderrama, com o título Estranha Campanha.

ESTRANHA CAMPANHA

"Os gringos e seus agentes nacionais estão desenvolvendo uma estranha campanha eleitoral. Se um observador analisa os passos que dão, não teria dúvidas em concluir que a campanha não procura votos, pelo contrário, se trata de uma estratégia golpista", diz o artigo em seu primeiro parágrafo.

O autor apoia essa tese descrevendo cinco componentes da estratégia opositora nessa direção, começando pelas ações dirigidas a criar "a imagem de um Chávez tirânico que ameaça a paz dos países do norte e faz alianças com o narcoterrorismo internacional".

"O mesmo fizeram com Saddam e Kadaffi, e agora estão fazendo com a Síria. Precisam justificativa para conseguir apoio na opinião pública gringa e europeia para o golpe. A inteligência israelense é muito ativa nessa tarefa", escreve.

De acordo com Valderrama, o segundo exposto é que "magnificam a doença do Comandante, tirando o presidente da contenda política, 'se continuasse seria um mártir', constroem o célebre 'vazio de poder', agora devido à doença".

"Por isso as declarações de médicos e jornalistas prognosticando desfechos. Desta maneira preparam a justificativa do golpe, que já não seria contra Chávez".

No terceiro componente, o artigo expõe que "dada a suposta situação de vazio, midiaticamente criada, inventam que uns generais bolivarianos darão um golpe para resguardar seus interesses".

Isto se une ao exposto por Valderrama mais adiante, no quinto componente, no qual destaca a estratégia opositora de ataque aos altos comandos e oficiais superiores das Forças Armadas, em uma tentativa de "enfraquecê-las, plantar dúvidas, abrir caminho e acalmar a vergonha da traição".

Destaca no artigo a descrição de outra linha de ação opositora dentro dessa estratégia, dirigida ao setor petroleiro, a mais importante indústria do país e fonte da maior parte dos ingressos da Venezuela. "O candidato gringo, Capriles, e o resto da oposição, concentram sua campanha contra a Pdvsa (a empresa estatal Petróleos de Venezuela, S.A,) e de seu presidente. Surge uma pergunta: por que esse empenho contra a petroleira, se estão em campanha eleitoral, se ali não estão os votos", diz o artigo.

"A resposta - explica - é singela: tratam de desmoralizar os trabalhadores petroleiros, isolá-los de seus líderes, de garantir-lhes uma estabilidade enganosa, porque desativar os petroleiros é uma peça fundamental do golpe".

E agrega depois: "Os gringos analisaram que a descomunal agressão contra a pátria, a sabotagem petroleira (2002-2003), a paralisação total do país, falhou devido à resistência heroica dos trabalhadores petroleiros, seus líderes, o povo e os militares. Usam a confusão eleitoral para fazer seu trabalho de sapa".

"Os passos estão claros, estamos submersos em uma batalha dirigida por escritórios de inteligência europeus, gringos e israelenses. Tratam de enforcar o exemplo da Revolução Bolivariana", conclui o autor do artigo.

Nesse sentido, chama a enfrentar a agressão: "O primeiro - diz - é unidade ao redor do Comandante, as palavras de ordem "Com Chávez tudo, sem Chávez nada!" e "Com Chávez resteados!" (incondicionalmente, gíria popular venezuelana) devem guiar as mobilizações, e cada mobilização deve ser um alerta ao gringo e também uma ação formadora e informadora".

* Correspondente da Prensa Latina na Venezuela

Em/ema/agp/cc  




Equipe Venezuela / Gilka Oliveira.


Venezuela: exposição protesta contra a violência

A cidade de Caracas, na Venezuela, amanheceu coberta com os rostos de 25 mães que perderam um ou mais filhos por conta da violência que aflige diferentes regiões do país, incluindo a própria capital. A exposição urbana faz parte do projeto do projeto Esperanza, idealizado e promovido pelo artista francês JR – cujo verdadeiro nome ele se recusa a dizer à imprensa.
 
Os rostos foram expostos por meio de grandes fotografias em preto e branco fixadas em muros da capital. A iniciativa do francês chama a atenção de quem passa pelos locais onde as obras são expostas, pois mostra pessoas desconhecidas marcadas por verdadeiros dramas pessoais.

“Quando você perde um filho, passa a olhar o sol com indiferença. Esse sol que sai todos os dias ainda que queira ficar às escuras. Esse sol é indiferente à nossa dor e nos mostra que a vida segue ainda que estejamos mortas”, declarou Bebeka Pichardo, uma das personagens do ensaio, que perdeu seu filho de 24 anos em 2010.

Entre as mulheres que foram retratadas pelo artista, há um sentimento comum de que o país ofereça mais segurança e justiça para seus cidadãos. Muitas mães perderam seus filhos há anos e nem ao mesmo sabem se estão mortos ou sequestrados em algum lugar.

“Meu filho desapareceu há oito anos e durante todo este tempo não pudemos averiguar se ele está vivo ou morto. Amanhece, escurece e mantenho a esperança de receber uma boa notícia”, contou Carmen González de Vargas, cujo filho de 27 anos desapareceu em 2003.

“Tenho esperanças de que chegará o dia em que tudo mudará e caminharemos em direção à Justiça. Quero trabalhar de uma maneira incondicional na busca por Justiça, pela paz e pelo respeito aos direitos humanos, porque não temos que ser advogados para defender nossos direitos”, completou Elizabeth Cordero Mariño, que perdeu seu filho de 26 anos em 2005.                         

                                                                                                                                                                                                                      Exposição no Brasil


O trabalho do francês não é desconhecido no Brasil. Em outubro de 2008, o artista fez um trabalho semelhante ao realizado em Caracas no Morro da Providência, no Rio de Janeiro.

O projeto Women Are Heroes expôs durante alguns dias os rostos de mulheres que sofrem ou sofreram com a violência na região. Muitas das personagens reais expostas nas fotografias perderam filhos e outros parentes nos conflitos entre policiais e traficantes na favela.

“O projeto [de J.R.] trouxe muita vida à favela. Somos uma comunidade carente, completamente ignorante de arte. Todo trabalho artístico será recebido com esse imenso carinho. Quando vi as fotos pregadas, lá de longe, senti uma enorme satisfação. Nós, favelados, não somos nada. Só números: do CPF, do RG, título de eleitor. Quando um morre, morre um número. Por isso, é tão importante o que J.R. fez. Há muito tempo não acontece uma coisa como a que está acontecendo aqui hoje”, afirmou na época Aline Mendes da Silva, de 30 anos, uma das retratadas pela exposição.

As fotos de JR com as moradoras do Morro da Providência foram expostas na própria favela, nas paredes dos moradores. Pela exposição, o artista foi premiado com o prêmio da fundação TED (Technology, Entertainment, Design), uma organização voltada para cultura e inovações. JR também já expôs trabalhos semelhantes em Paris e Xangai.

Fonte: Ópera Mundi

 
 


Equipe Venezuela / Gilka Oliveira.



Venezuela: revolução na saúde pública

Se alguma revolução se deu na Venezuela desde 1999 ela foi, sem dúvida alguma, no campo da saúde pública. Poderíamos escrever sobre a educação ou sobre o investimento social, mas dediquemo-nos hoje às políticas de saúde pública para que se possa entender algumas das razões pelas quais a oligarquia criola aposta forte – e sobretudo feio – contra a revolução bolivariana.

Por Pedro Campos, em Avante!

"Chávez politizou a saúde quando trouxe os médicos cubanos" é o que vocifera a oposição reacionária para dizer que o país caiu nas mãos "dos castro-comunistas, que são os que realmente mandam na Venezuela".

Esta demonização da administração chavista começou ao mesmo tempo que a oligarquia e o imperialismo suspeitaram que Hugo Chávez tinha chegado ao poder para cumprir com o que tinha prometido: governar para as grandes maiorias mais pobres do país. No enquadramento da Missão Bairro Adentro, a chegada do primeiro contingente de galenos da ilha deu-se em 2002, depois do golpe de estado de abril do mesmo ano.

Por que foi necessário aceitar a ajuda cubana neste campo? Acaso não há médicos na Venezuela? Claro que sim. Só que, historicamente, esses mesmo médicos – uma grande parte deles – entendem o exercício da medicina como uma forma de enriquecimento pessoal e negaram-se sempre a atender a população dos bairros de lata e das pequenas povoações fora de Caracas e outras grandes cidades.

Dito de uma maneira mais crua, foi necessário aceitar a solidariedade do governo cubano no capítulo da saúde – neste momento há cinco mil consultórios populares atendidos por médicos cubanos – porque de outra forma a grande maioria dos venezuelanos pobres e das zonas marginais continuaria a morrer por falta de assistência sanitária. Se somarmos a esta situação o fato de que as faculdades de medicina das universidades tradicionais não se renovaram no tempo, era óbvio que se tornava imperativo fazer algo de diferente.

Uma nova geração de médicos

A partir desta realidade, a revolução bolivariana começou a desenhar novas políticas de saúde, distintas das dos governos anteriores e nas quais se incluía a criação de um novo modelo de atenção sanitária, baseado fundamentalmente na atenção primária em matéria de prevenção e promoção da atenção oportuna das doenças. Impunha-se, também, mudar o perfil de formação dos novos médicos e assim nasceu o programa nacional de formação em medicina integral, que foi aprovado pelo Conselho Nacional de Universidades e confiado a cinco universidades do país.

Isto causou um enorme burburinho e os Médicos Integrais Comunitários foram imediatamente acusados – como já tinha sucedido com os cubanos – de serem "bruxos e xamãs", e a Academia Venezuelana de Medicina afirmou – sem que a mentira fizesse corar os declarantes – que eram formados apenas em três anos. A verdade é que quem quiser consultar o programa de estudos pode facilmente constatar que os novos médicos estudam durante seis anos durante os quais cumprem 14.084 horas presenciais e práticas, o que vem a ser quase o dobro das 8.500 horas que cursam os estudantes de medicina tradicional! Mas isto não impede que profissionais e estudantes reaccionários se manifestem – livremente! – contra os médicos integrais comunitários, acusando-os de falta de preparação científica e escondendo-se detrás de uma falsa preocupação com o que será da saúde dos venezuelanos se forem tratados por uns "incompetentes" aos quais já classificam de futuros réus de má práxis médica.

Um programa académico exigente

Os três primeiros anos de formação são em módulos de atenção primária: prática de manhã e teoria durante a tarde. No terceiro ano, os alunos são enviados para os Centros de Diagnóstico Integral, onde entram em contato com as patologias mais difíceis. Nos anos seguintes ingressam aos hospitais, onde, tal como no caso dos estudantes tradicionais, praticam serviços básicos nas áreas de pediatria, obstetrícia, ginecologia, medicina interna, traumatologia, dermatologia...

Há pouco mais de um mês saiu o primeiro contingente de 8.500 destes médicos, que, além dos tais seis anos, apresentaram uma prova de certificação final – coisa que não sucede nas universidades tradicionais. Nessa prova o candidato a médico deve demonstrar os conhecimentos adquiridos e que tem as competências diagnósticas e terapêuticas suficientes. São médicos "novos", com um profundo compromisso com a Medicina Social.

Fonte: Avante!




Equipe Venezuela
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